Celebrações de fim de ano na Paróquia N. Sra. do Líbano

O ano de 2018 chega ao fim, e, neste clima de reflexão sobre as decisões tomadas e os acontecimentos, é momento de celebrar a vida e a oportunidade de estar perto das pessoas amadas para receber, juntos, a visita do Menino-Jesus.

Nesse clima de confraternização, a Paróquia Nossa Senhora do Líbano preparou uma programação especial para as celebrações de Natal e Ano-Novo. Venha celebrar conosco, para louvar a Deus pelas graças recebidas em 2018 e pedir as Suas bênçãos para o ano que se inicia!

  • 17/12 (segunda-feira) – 19h30 Celebração na Comunidade dos Santos Anjos.
  • 20/12 (quinta-feira) – 19h30 – Missa da Família na Igreja Matriz
  • 22/12 (sábado) – 18h – Missa na Igreja Matriz e confraternização do CPP (com lanche compartilhado, logo quem puder trazer algum prato será bem-vindo. Também na confraternização, teremos um amigo oculto entre os presentes. Iremos sortear os nomes na hora. Pedimos aos que irão participar para trazer um presente unissex de até R$10,00 para esse momento.)
  • 24/12 – Vigília de Natal (segunda-feira)
    18h – Celebração da Vigília de Natal (Casa de Repouso)
    19h30 – Celebração da Vigília de Natal (Comunidade Nossa Senhora de Lourdes)
    20h – Missa da Vigília de Natal (Matriz)
  • 25/12 – Natal do Senhor (terça-feira)
    08h – Celebração de Natal (Casa de Repouso)
    10h – Celebração de Natal (Colégio Santos Anjos)
    17h – Celebração de Natal (Comunidade Nossa Senhora de Lourdes)
    18h – Celebração de Natal (Comunidade dos Santos Anjos)
    20h – Missa de Natal (Matriz)
  • 31/12 – Missa do último dia do ano (segunda-feira)
    19h – Celebração da Virada do Ano (Comunidade Nossa Senhora de Lourdes)
    19h – Celebração da Virada do Ano (Matriz)
  • 01/01 – Solenidade da Santa Mãe de Deus (terça-feira)
    10h – Celebração da Solenidade da Santa Mãe de Deus, Maria (Colégio Santos Anjos)
    17h – Celebração da Solenidade da Santa Mãe de Deus, Maria (Casa de Repouso)
  • OBSERVAÇÕES:
    – Nas quartas-feiras, a partir do dia 26/12, não haverá missa na Comunidade Nossa Senhora de Lourdes, às 19h30.
    – Nas sextas-feiras, a partir do dia 28/12, não haverá missa na Igreja Matriz, às 19h.
    – Nos Domingos, a partir do dia 30/12, não haverá missa na Igreja Matriz, às 10h. * Retornaremos normalmente a partir de fevereiro de 2019.
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Arcebispo, padres e diáconos participam de confraternização do clero

Na manhã desta terça-feira, 11 de dezembro, padres e diáconos da Arquidiocese de Juiz de Fora reuniram-se para a confraternização do clero. O encontro, realizado em uma granja da cidade, também contou com a presença de Dom Gil Antônio Moreira.

Após a acolhida, os religiosos participaram de Santa Missa com Laudes, presidida pelo arcebispo metropolitano. Em seguida, foi momento das comunicações e orientações, introduzido pela oração e o hino do 2º Sínodo Arquidiocesano. No início da tarde, sacerdotes e diáconos confraternizaram-se durante almoço festivo e sorteio de presentes.

Segundo Dom Gil, o último encontro do ano com o clero é momento de celebrar todo o trabalho realizado na Igreja de Juiz de Fora. “Primeiramente ao redor do altar, nós celebramos a missa, agradecemos ao Nosso Senhor, pedimos perdão das falhas, renovamos o nosso compromisso de continuar a servir ao Senhor com toda dedicação e alegria. Depois, também vamos confraternizar, celebrar a nossa fraternidade presbiteral, fraternidade eclesial, como pessoas que foram chamadas e enviadas ao trabalho d’Ele”.

O arcebispo ainda destacou a importância da união, tendo em vista a proximidade do 2º Sínodo, previsto para iniciar em outubro de 2019. “Já começamos a preparação, formação de comissões, trabalhos, pesquisas, questionários. Tudo isso tem, portanto, lugar especial neste momento em que nós nos reunimos como irmãos para confraternizar, agradecer e assumir novos compromissos na Igreja”.

Para o representante dos presbíteros da Arquidiocese de Juiz de Fora, Padre José Leles da Silva, o momento de unir padres e diáconos é importante, também, para fazer do “Advento um momento de preparação adequada para celebrarmos o Natal do Senhor como convém”. Ele ainda afirma que é uma oportunidade de rezar pelos cristãos. “Antes de falarmos de Deus para o povo, é preciso que nós falemos do povo para Deus”.

Para Padre Pierre, que também representa os sacerdotes, o encontro serve para troca de experiências e oração. “É sempre uma oportunidade muito salutar de nós, padres, estarmos aqui reunidos, confraternizando, depois de um ano de muito trabalho, cada um dando o seu melhor para conduzir o rebanho do Senhor”.

A reunião do clero geralmente ocorre cinco vezes ao ano, sendo a última delas, tradicionalmente, reservada à confraternização. Além disso, os padres se dividem em duas turmas para participarem de um retiro espiritual anual, que também é feito pelos diáconos.

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Em dezembro, reze com o Papa pela “transmissão da fé”

“Ao serviço da transmissão da fé”: o Papa Francisco pede que os fiéis rezem nesta intenção neste mês de dezembro. A Rede Mundial de Oração do Papa divulgou, na última semana, o último vídeo do ano, em que o Pontífice convida à escuta:

“Quem quiser partilhar sua fé com a palavra, tem que escutar muito. Imitemos o estilo de Jesus, que se adaptava às pessoas que tinha diante d’Ele para aproximá-las do amor de Deus.

Rezemos para que as pessoas comprometidas com o serviço da transmissão da fé encontrem uma linguagem adaptada aos nossos dias em diálogo com a cultura, em diálogo com o coração das pessoas e sobretudo escutando muito”.

Confira o vídeo:

*Fonte: Site do Vatican News

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“Precisamos tirar a Declaração Universal dos Direitos Humanos do papel”, diz dom Guilherme

No dia Internacional dos Direitos Humanos, 10 de dezembro, o bispo de Lajes (SC) e presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Ação Social Transformadora da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), dom Guilherme Werlang, considera que é necessário avançar em muitos pontos de que trata a Declaração Universal dos Direitos Humanos, da qual o Brasil é signatário e que completa 70 anos. Isto, segundo ele, se faz por meio de políticas públicas nacionais que garantam que os direitos possam ser aplicados na prática.

Em sua avaliação, o direito a ter uma vida com dignidade, da concepção à morte natural, é um dos mais ameaçados em diferentes sociedades e no Brasil. “Nós precisamos, como humanidade, não só os que professam e praticam alguma fé, assegurar esse primeiro grande direito que é inviolável”.

Segundo dom Guilherme, a vida digna supõe nascer em uma família bem constituída e com estabilidade. “Precisamos, no Brasil, avançar muito para que a vida digna seja um direito de todos os brasileiros e brasileiras e não somente dos cerca de 10% que têm dinheiro, capital e condições de pagar para terem dignidade. A dignidade da vida é um direito que assiste a todos. Estamos muito aquém do que precisamos”, disse.

O direito à segurança alimentar também foi apontado por ele como um ponto em que o Brasil precisa avançar. “É muito diferente comer e alimentar-se. O ser humano, para alimentar-se, precisa ter acesso às vitaminas, proteínas, sais minerais. Esta é uma das questões nas quais mais o Brasil precisa avançar”, aponta.

Educação, saúde e lazer também são direitos aos quais o Brasil precisa avançar na oferta de qualidade. Segundo o bispo, o lazer é um grande direito negado à grande maioria do povo brasileiro porque ele é restrito a quem tem condições de pagar.

Liberdade religiosa

Num contexto de acirramento de ódios, dom Guilherme avalia ser necessário o Brasil avançar muito para assegurar o direito à liberdade religiosa. Esta liberdade religiosa integra o direito à cultura também defendido por dom Guilherme. “No processo da globalização, as culturas das nações mais ricas se sobrepõem às demais. Estão matando culturas e tradições milenares”, disse.

No país com a quarta maior população carcerária, onde 600 mil presos vivem em vagas para apenas 300 mil, o religioso diz ser necessário avançar para garantir a dignidade das pessoas presas. Ele defende que é necessário, os presos, após o devido processo de julgamento, pagar por suas penas. “As prisões não podem ser depósitos humanos”, disse. Para ele, os presídios no Brasil precisam melhorar muito para assegurar a dignidade humana.

Outro aspecto ao qual o presidente da Comissão para Ação Transformadora da CNBB chama atenção é para o direito à segurança pública e a não violência. “Temos que avançar internacionalmente de que as nações mais ricas respeitem as nações mais pobres”. Por fim, neste Dia Internacional dos Direitos Humanos, celebrado dia 10 de dezembro, dom Guilherme retoma as palavras do Papa Francisco por ocasião do encontro que promoveu, em Roma, com os movimentos sociais: “Precisamos garantir o direito ao teto, à terra e ao trabalho. Nenhuma pessoa sem teto, nenhuma pessoa sem terra e sem trabalho”.

*Fonte: Site da CNBB

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