Aviso: recesso de férias

Olá, irmãos internautas!

É sempre um prazer recebê-los em nosso site para conferir as notícias, os eventos e as informações da Paróquia Nossa Senhora do Líbano. Por isso, com muito carinho, estamos sempre atualizando-o com novidades para você!

Informamos que a partir de hoje, nosso site não será atualizado devido ao recesso de férias do departamento de comunicação. Mas a partir do dia 12 de março, voltamos a todo vapor, fiéis à nossa missão de evangelizar através de todos os meios de comunicação, levando a verdadeira Boa Nova a todos!

Caso tenha alguma dúvida ou algum assunto a ser tratado durante este período, entre em contato com a nossa secretaria paroquial, pelo telefone (32) 3211-3381, de segunda a sexta, das 09h às 12h, das 14 às 18h ou no sábado das 14h às 18h.

Contamos com sua compreensão!

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Comunidade N. Sra. de Lourdes celebra padroeira

A Comunidade Nossa Senhora de Lourdes está preparando a festa em honra a padroeira, que terá início na próxima sexta-feira, dia 1°, com Novena às 19h30.

Confira a programação completa da comunidade:

1°/02 (sexta-feira) – 1º dia: 19h30
02/02 (sábado) – 2º dia: 19h30
03/02 (domingo) – 3º dia: 09h30 
04/02 (segunda-feira) – 4º dia: 19h30
05/02 (terça-feira) – 5º dia: 19h30
06/02 (quarta-feira) – 6º dia: 19h30
07/02 (quinta-feira) – 7º dia: 19h30
08/02 (sexta-feira) – 8° dia: 19h30
09/02 (sábado) – 9° dia: 19h30

10/02 (domingo): Festa de Nossa Senhora de Lourdes

09h – Procissão
09h30 – Missa

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JMJ Panamá: Papa com os jovens preparando o futuro da Igreja

Nas JMJ do Panamá estiveram mais de 600 mil jovens com o Papa Francisco. A notícia que todos aguardavam veio no final: as próximas Jornadas Mundiais da Juventude vão ter lugar em Lisboa.

No final das Jornadas Mundiais da Juventude 2019 ficamos a saber que a edição de 2022 será em Lisboa. O anúncio oficial foi feito na conclusão da Missa de domingo dia 27 de janeiro no Campo São João Paulo II, no Metro Park, na Cidade do Panamá.

Nestas Jornadas no Panamá estiveram presentes 300 portugueses de 12 dioceses e 6 congregações e movimentos (Salesianos, Caminho Neocatecumenal, Equipas de Jovens de Nossa Senhora, Juventude Mariana Vicentina, Schoenstatt e Focolares).

A delegação nacional integrou 30 voluntários e seis bispos: D. Manuel Clemente, cardeal-patriarca de Lisboa; D. Joaquim Mendes, presidente da Comissão Episcopal do Laicado e Família; D. José Cordeiro, bispo de Bragança-Miranda; D. Manuel Felício, bispo da Guarda; D. Nuno Almeida, bispo auxiliar de Braga; e D. Virgílio Antunes, bispo de Coimbra. Muito significativa a presença do Presidente da República Portuguesa, Marcelo Rebelo de Sousa e do Presidente da Câmara Municipal de Lisboa, Fernando Medina.

Foi a 26ª Viagem Internacional do Papa Francisco, desta vez com a intenção especial das Jornadas Mundiais da Juventude. Uma distância de 9500 quilómetros e 13 horas de voo. Participaram mais de 600 mil jovens de 156 países acompanhados por 480 bispos. Uma organização de mais de 20 mil voluntários do Panamá e 2445 internacionais. Cobriram este encontro mais de 2500 jornalistas. Recordamos aqui alguns momentos destas Jornadas do Papa Francisco com os jovens.

Jovens, “construtores de pontes”

Foi no Campo de Santa Maria La Antígua na Faixa Costeira da cidade do Panamá que o Papa Francisco foi acolhido na quinta-feira dia 24 de janeiro para a XXXIV edição das Jornadas Mundiais da Juventude.

Centenas de milhares de jovens saudaram o Santo Padre efusivamente e escutaram com grande atenção as suas palavras. A acolher o Papa representantes jovens dos cinco continentes.

Do continente europeu era português o rapaz que acolheu o Santo Padre. Joaquim Goes, o seu nome.

Francisco assinalou que este grande evento de juventude é tempo de encontro na pluralidade para que os jovens sejam “construtores de pontes”. O Papa exortou os jovens a viverem um “sonho comum” que a todos envolve: “um sonho chamado Jesus”:

“A cultura do encontro é apelo e convite a termos a coragem de manter vivo um sonho comum”.

“O sonho, pelo qual Jesus deu a vida na cruz e o Espírito Santo, no dia de Pentecostes, foi derramado e gravado a fogo no coração de cada homem e mulher, no teu e no meu, com a esperança de aí encontrar espaço para crescer e desenvolver-Se. Um sonho chamado Jesus, semeado pelo Pai com a confiança que crescerá e viverá em todo o coração” – disse o Papa.

O Papa recordou as palavras de S. Óscar Romero: “O cristianismo é uma Pessoa que me amou tanto, que reivindica e pede o meu amor. O cristianismo é Cristo”.

Um encontro no amor de Cristo – disse Francisco – “um amor que não se impõe nem esmaga, um amor que não marginaliza nem obriga a estar calado, um amor que não humilha nem subjuga. É o amor do Senhor: amor diário, discreto e respeitador, amor feito de liberdade e para a liberdade, amor que cura e eleva” – declarou o Papa frisando que o amor em Cristo é “serviço” e “doação”.

Na sua intervenção inicial aos jovens reunidos nas Jornadas Mundiais da Juventude, o Papa Francisco recordou o amor com o qual Maria, Mãe de Jesus, disse sim: “Eis a serva do Senhor, faça-se em Mim segundo a tua Palavra”.

Junto da Cruz para acolher e acompanhar quem sofre

Dia 25 de janeiro, Via Sacra dos Jovens com o Papa Francisco nas Jornadas Mundiais da Juventude no Panamá: nas várias estações os jovens refletiram sobre os sofrimentos dos pobres, dos povos indígenas, dos migrantes, dos mártires cristãos, a violência sobre as mulheres, a corrupção, o terrorismo, o aborto. Rezaram pelo ecumenismo, pelos Direitos Humanos, pela defesa do ambiente.

Francisco na sua reflexão começou por assinalar “o caminho de Jesus para o Calvário” como sendo “um caminho de sofrimento e solidão que continua nos nossos dias”. Um sofrimento que continua numa sociedade onde impera a indiferença “que consome e se consome, que ignora e se ignora na dor dos seus irmãos” – disse o Papa.

O Santo Padre reconheceu que também nós, amigos do Senhor, nos deixamos “levar pela apatia” e pelo “imobilismo”, pois “é fácil cair na cultura do bullying, do assédio e da intimidação!”

“Para Vós, Senhor, não é assim! Na cruz, identificastes-Vos com todo o sofrimento, com quem se sente esquecido” – declarou o Papa lembrando o “grito sufocado das crianças impedidas de nascer e de tantas outras a quem se nega o direito a ter uma infância, uma família, uma instrução”.

Francisco lembrou também as “mulheres maltratadas”, os “olhos tristes dos jovens que veem ser arrebatadas as suas esperanças de futuro por falta de instrução e trabalho digno” e aqueles que “caem nas redes de pessoas sem escrúpulos”, os jovens que se deixam absorver “numa espiral de morte por causa da droga, do álcool, da prostituição e do tráfico humano”.

O Santo Padre recordou ainda os que vivem na solidão e os que são rejeitados pela sociedade; os idosos que são “abandonados e descartados”; “os povos nativos despojados das suas terras”; a mãe Terra “ferida nas suas entranhas”.

Uma “sociedade que perdeu a capacidade de chorar e comover-se à vista do sofrimento” – afirmou.

Francisco perguntou-se se somos hoje capazes de consolar e acompanhar quem sofre, permanecendo ao pé da Cruz. A este propósito recordou Maria, Mãe de Jesus, “mulher forte” que disse “sim” que “apoia e acompanha, protege e abraça. É a grande guardiã da esperança” – disse o Santo Padre.

O Papa afirmou que “também nós queremos ser uma Igreja que apoia e acompanha, que sabe dizer: estou aqui, na vida e nas cruzes de tantos cristos que caminham ao nosso lado”.

E com Maria “aprendemos a dizer sim” no apoio a quem precisa na família, não nos calando perante uma “cultura dos maus-tratos” e do “abuso, do descrédito e agressão”. Dizer sim acolhendo os abandonados, os que perderam a sua terra, a família ou o emprego.

“Como Maria, queremos ser Igreja que favoreça uma cultura que saiba acolher, proteger, promover e integrar” – declarou o Papa.

Ide e testemunhai

No dia 27 de janeiro, domingo, no Estádio Rommel Fernández, o Papa Francisco encontrou-se com os voluntários que organizaram e prestaram serviço nas Jornadas Mundiais da Juventude do Panamá.

O Santo Padre ouviu vários testemunhos de jovens que colaboraram ativamente na realização deste grande encontro de juventude. Agradeceu as palavras que lhe foram dirigidas e referiu que após esta experiência das JMJ os jovens que participaram como voluntários já sabem o que significa o que é uma missão e sublinhou como é importante não deixar que “as limitações” e “as fraquezas” nos “bloqueiem e impeçam de viver a missão” a que Deus nos chama.

Francisco assinalou, em particular, a importância da oração na organização de um evento como as JMJ:

“Preparastes cada detalhe com alegria, criatividade e empenho, e com muita oração. Porque, se for rezada, sente-se a realidade em profundidade. A oração dá espessura e vitalidade a tudo o que fazemos. Rezando, descobrimos que fazemos parte duma família maior de quanto possamos ver e imaginar” – afirmou o Papa.

No culminar desta grande experiência de fé, o Santo Padre declarou ser este o momento de enviar os voluntários na missão de testemunhar a todos o que viveram:

“Ide e contai, ide e testemunhai, ide e transmiti o que vistes e ouvistes. Tudo isto, queridos amigos, dai-o a conhecer, não com muitas palavras, mas – como fizestes aqui – com gestos simples do dia-a-dia, aqueles que transformam e fazem novas todas as coisas”.

A próxima Jornada Mundial da Juventude será em Lisboa em 2022 e até lá serão muito os motivos de notícia e de reflexão que aqui apresentaremos.

Fonte: site Vatican News

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CNBB é solidária com as vítimas em Brumadinho (MG) e afirma que o “Desastre de Mariana” ensinou muito pouco

A presidência da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) emitiu Nota de Solidariedade na tarde deste sábado, 26 de janeiro, a respeito do fato ocorrido ontem, sexta-feira, quando houve o  rompimento da barragem Mina Córrego do Feijão, em Brumadinho(MG).

Na nota, os bispos destacam que aquela tragédia recente e semelhante quando houve rompimento de outra barragem em Mariana (MG) ensinou muito pouco.

Em nome do episcopado brasileiro, os bispos da presidência se unem aos familiares das vítimas e às comunidades para pedir: “As famílias e as comunidades esperam da parte do Executivo rigor na fiscalização, do Legislativo, responsabilidade ética de rever o projeto do Código de Mineração, e do Judiciário, agilidade e justiça“.

A presidência manifesta estar unida também com toda a família arquidiocesana de Belo Horizonte e reforça o pedido do arcebispo, dom Walmor Oliveira: “É urgência minimizar a dor dos atingidos por mais esse desastre ambiental, sem se esquecer de acompanhar, de perto, a atuação das autoridades, na apuração dos responsáveis por mais um triste e lamentável episódio, chaga aberta no coração de Minas Gerais”.

No final da Nota de Solidariedade, a Presidência da CNBB “oferece orações ao Senhor da Vida em favor das famílias, das comunidades da Arquidiocese de Belo Horizonte, atingidas pelo rompimento da barragem da mineradora Vale. Convidamos cada pessoa cristã a se associar aos irmãos e irmãs que sofrem com a perda de seus entes queridos e de seus bens“.

 

Leia a Nota, na íntegra:

NOTA DE SOLIDARIEDADE

Toda a criação, até o presente, está gemendo como que em dores de parto
(Rm 8,22)

A tragédia em Brumadinho, região metropolitana de Belo Horizonte, Minas Gerais, vem confirmar a profecia de São Paulo VI: “Por motivo de uma exploração que não leva em consideração a natureza, o ser humano começa a correr o risco de a destruir e de vir a ser, também ele, vítima dessa degradação (Discurso à FAO, (16/11/1970).

Por ocasião do “Desastre de Mariana”, também em Minas Gerais, o Conselho Episcopal de Pastoral da CNBB afirmava que “é preciso colocar um limite ao lucro a todo custo que, muitas vezes, faz negligenciar medidas de segurança e proteção à vida das pessoas e do planeta” (25/12/2015). “O princípio da maximização do lucro, que tende a isolar-se de todas as outras considerações, é uma distorção conceitual da economia” (Laudato Sì, 195). Esse princípio destrói a natureza e a pessoa humana.

É muito triste constatar que o “desastre de Mariana” tenha ensinado tão pouco. É urgente que a atividade mineradora no Brasil tenha um marco regulatório que retire do centro o lucro exorbitante das mineradoras ao preço do sacrifício humano e da depredação do meio ambiente, com a consequente destruição da biodiversidade. “O meio ambiente é um bem coletivo, patrimônio de toda a humanidade e responsabilidade de todos” (Laudato Sì, 95).

As famílias e as comunidades esperam da parte do Executivo rigor na fiscalização, do Legislativo, responsabilidade ética de rever o projeto do Código de Mineração, e do Judiciário, agilidade e justiça.

Unidos à família arquidiocesana de Belo Horizonte, assumimos como nossas as palavras do seu Arcebispo Dom Walmor Oliveira de Azevedo: “É urgência minimizar a dor dos atingidos por mais esse desastre ambiental, sem se esquecer de acompanhar, de perto, a atuação das autoridades, na apuração dos responsáveis por mais um triste e lamentável episódio, chaga aberta no coração de Minas Gerais. A justiça seja feita, com lucidez e sem mediocridades que geram passivos, com sentido humanístico e priorizando o bem comum, com incondicional respeito e compromisso com os mais pobres” (25/01/2019).

A Presidência da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) expressa solidariedade e oferece orações ao Senhor da Vida em favor das famílias, das comunidades da Arquidiocese de Belo Horizonte, atingidas pelo rompimento da barragem da mineradora Vale. Convidamos cada pessoa cristã a se associar aos irmãos e irmãs que sofrem com a perda de seus entes queridos e de seus bens.

A esperança de viver na “Casa Comum” anime os nossos passos, e a fé na ressurreição ilumine a nossa dor!

Brasília-DF, 26 de janeiro de 2019

Cardeal Sérgio da Rocha
Arcebispo de Brasília
Presidente da CNBB

Dom Murilo S. R. Krieger, SCJ
Arcebispo de Salvador
Vice-Presidente da CNBB

Dom Leonardo Ulrich Steiner, OFM
Bispo Auxiliar de Brasília
Secretário-Geral da CNBB

(Foto/home: Isac Nóbrega/PR/site público)
Fonte: site da CNBB

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Papa volta a encontrar-se com realidade latino-americana

Por volta das 16h30 desta quarta-feira (horário local), o Papa chega ao Panamá para encontrar os jovens de todo o mundo que participam da Jornada Mundial da Juventude (JMJ).  Os jovens querem ver Francisco, que por sua vez vem para confirmá-los na fé, renová-los na esperança e incentivá-los a descobrir os valores característicos da juventude.

Esta JMJ que se realiza logo após o Sínodo dos bispos – que teve por lema o discernimento vocacional – recorda a Virgem Maria como aquela que compreendeu o segredo da vocação: “sair de si mesmo e colocar-se a serviço dos outros”. “A nossa vida só encontra sentido no serviço a Deus e ao próximo” disse o Papa em uma mensagem aos jovens, ressaltando que o desejo que eles têm de ajudar os outros, “de fazer algo pelos que sofrem”, é sua força e esta é a “revolução do serviço”.

“Não existe vocação ao egoísmo” frisou o Papa, que quer cada vez mais despertar não somente nos jovens, mas em todo o mundo, o sentido da solidariedade. E na intenção de oração para este mês de janeiro, o pedido de rezar especialmente pelos jovens da América Latina, para que tenham “forças para sonhar e trabalhar pela paz”.

Bergoglio bem conhece a realidade da América Latina. Apesar das diferenças mesmo culturais entre os países, há problemas crônicos que são comuns a todos. E não por acaso escolheu um país da América Central para sediar a JMJ depois de Cracóvia. O Papa sabe da força da juventude, mas bem conhece seus problemas e desafios, e vem de encontro a eles.

A visita que fará à realidade dos jovens apenados, uma realidade de “periferia existencial”, é plena de significado. O Papa vai de encontro à dura realidade de quem não encontrou um caminho em um continente marcado por contradições, que se refletem também no aumento da delinquência juvenil, do narcotráfico, da violência desenfreada, da falta de esperança que leva os jovens, e não só, a buscar alternativas mais dignas em outros países. Estes temas, junto à questão dos indígenas, deverão estar presentes nos pronunciamentos do Pontífice.

O arcebispo do Panamá, Dom José Domingos Ulloa, afirmou em recente entrevista que Francisco encontrará no Panamá uma “Igreja jovem e alegre, autêntica, multiétnica e multicultural, com uma fé viva, com o compromisso de anunciar o Evangelho”. E é esta fé presente nos corações latino-americanos que Francisco quer fortalecer e apresentar como resposta capaz de vencer a cultura da indiferença. Servir também é uma vocação. Mas muitos panamenhos esperam que o Papa insista no tema da formação dos sacerdotes e na renovação da Igreja do país.

A Missa de abertura presidida ontem pelo arcebispo Domingos Ulloa foi capa dos principais jornais do país, e alguns destacam que o país tem uma estrutura obsoleta para receber um evento deste porte, o que é perceptível. Até o momento ingressaram no país cerca de 50 mil peregrinos. Mas como dizem, a simpatia dos panamenhos pode ajudar a suprir algumas destas situações. Percebe-se um descontentamento da população em relação à classe política, e muitos esperam que a presença do Pontífice inspire uma renovação moral em todos os âmbitos da sociedade.

“Do relacionamento com Deus no silêncio do coração descobrimos a nossa identidade e a vocação a que nos chama o Senhor (…). Todas elas são caminhos para seguir Jesus. O importante é descobrir aquilo que o Senhor espera de nós e ter a audácia de dizer ‘sim’”.

Fonte: Site Vatican News

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Papa Francisco nomeia bispo auxiliar para arquidiocese de São Paulo

O Papa Francisco nomeou nesta quarta-feira, 23, o padre José Benedito Cardoso, atualmente vigário geral da diocese de Itapetininga (SP), como novo bispo auxiliar da arquidiocese de São Paulo (SP). A decisão do pontífice atende ao pedido feito pelo arcebispo de São Paulo, cardeal Odilo Pedro Scherer. A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) enviou saudação ao novo bispo por meio do secretário-geral da entidade, Dom Leonardo Ulrich Steiner.

Padre José Benedito Cardoso nasceu em Angatuba, São Paulo, em setembro de 1961. É formado em Filosofia pela Faculdade Salesiana de Filosofia, Ciências e Letras; e em Teologia pelo Instituto Teológico São Paulo (ITESP). Também cursou Direito pela Fundação KarnigBazarian, em Itapetininga (SP). Atualmente possui mestrado em Direito Canônico, pelo Instituto Doutor Padre Giuseppe Benito Pegoraro, em São Paulo.

Sua ordenação presbiteral ocorreu em 23 de novembro de 1986, em Sorocaba (SP). Na sua trajetória já exerceu as funções de pároco na Paróquia Bom Jesus, em Alambari (SP), de 1987 a 1988; Vigário Paroquial na Paróquia Nossa Senhora dos Prazeres, em Itapetininga, de 1987 a 1988; Reitor no Seminário João Paulo II, em Itapetininga; Chanceler da Cúria, em Itapetininga; Juiz do Tribunal Eclesiástico Interdiocesano de Sorocaba e Assessor Diocesano da Pastoral Carcerária.

Atualmente além de pároco na Paróquia São Roque, em Itapetininga, exerce os postos de Vigário Geral e Vigário Judicial.

SAUDAÇÃO DA CNBB AO PADRE JOSÉ BENEDITO CARDOSO

Estimado irmão, Padre José Benedito Cardoso,

A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) se alegra com a notícia da feliz decisão do Papa Francisco, nomeando-o Bispo Auxiliar da Arquidiocese de São Paulo (SP).

Queremos unir-nos ao Cardeal Odilo Pedro Scherer e à Arquidiocese de São Paulo, para manifestar nossa gratidão pelo seu “sim” ao ministério episcopal.

O Papa Francisco, em sua exortação apostólica Evangelii Gaudium, insiste numa Igreja em Saída e na necessidade de que “o pastor tenha cheiro das ovelhas”, motivado pelo exemplo de Jesus, o Bom Pastor, comprometendo-se em estar próximo do povo concreto que Deus, através da Igreja, lhe confia. “Ninguém fica excluído do seu coração, da sua oração e do seu sorriso. Com olhar amoroso e coração de pai acolhe, inclui e, quando tem que corrigir, é sempre para aproximar; não despreza ninguém, estando pronto a sujar as mãos por todos. […] Com paciência, escuta os problemas e acompanha os passos das pessoas, concedendo o perdão divino com generosa compaixão. Não ralha com quem deixa ou perde a estrada, mas está sempre pronto a reintegrar e a compor as contendas. É um homem que sabe incluir” (Papa Francisco, solenidade do Sagrado Coração de Jesus, 2016).

Pe. José Benedito, sinta-se acolhido como novo membro da nossa Conferência Episcopal, que lhe deseja um fecundo ministério, sob a proteção da Mãe de Jesus e nossa.

Em Cristo,

Brasília-DF, 22 de janeiro de 2019

Dom Leonardo Ulrich Steiner
Bispo Auxiliar de Brasília
Secretário-geral da CNBB

Fonte: Site da CNBB

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Missão a todo vapor em terras haitianas

O grupo de missionários do projeto Missão Continental JF Haiti da Arquidiocese de Juiz de Fora, segue a todo vapor em terras haitianas. Durante a parte da manhã de ontem (16), a equipe participou das atividades diárias na Associação São Francisco de Assis na Providência de Deus – missão Haiti, como fornecimento do café para, em média, 250 crianças e adolescentes atendidas e atividades gerais.

Após o almoço, os missionários de Juiz de Fora foram ao supermercado na companhia de Frei Gabriel, responsável pela Associação Franciscana para comprar suprimentos para a produção dos pães (leite, farinha, óleo e ovos). Os recursos utilizados na compra dos suprimentos são provenientes da Missão JF Haiti, que realizou no ano de 2018 vários eventos e promoções com a finalidade de arrecadar fundos para que essa ação fosse possível.

Segundo frei Gabriel, a farinha veio em excelente hora, pois os estoques encontravam baixos na associação. Após as compras, o grupo saiu para conhecer um pouco da região e cultura haitiana. Seguiram até o memorial em homenagem às vítimas do terremoto, que matou cerca de 300 mil pessoas, sete anos atrás. Confira no vídeo abaixo como foi conhecer tal local.

Fonte: Site do Projeto Missão JF/Haiti

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JMJ Panamá: milhares de jovens são esperados. Tudo pronto para a chegada do Papa

Aqui estão os números oficiais da XXXIV Jornada Mundial da Juventude no Panamá, que se realizará entre os dias 22 a 27 de janeiro: mais de 37 mil jovens já inscritos, mais de 167 mil os que farão suas inscrições nas próximas horas. No total, mais de 200 mil jovens provenientes de 155 países. Incluindo mil jovens indígenas dos cinco continentes que participarão de sua JMJ (que começará três dias antes, de 16 a 19 de janeiro) e que confluirá na mundialidade da JMJ, para abraçar o Papa Francisco que chegará à capital do homônimo Estado centro-americano dia 23 de janeiro.

Evento preparado à luz da oração

A confirmação dos dados, obviamente em evolução, vem de Giancarlo Candanedo, porta-voz da JMJ. Diretamente do Panamá, ele explica que sim, os números são importantes, mas a oração é mais importante. “Como estamos nos preparando? Primeiramente rezando. Não podemos esquecer que este é um desafio muito grande para uma nação pequena como a nossa. O Santo Padre quis dar essa responsabilidade não apenas ao Panamá, mas a toda a América Central e a todo o seu episcopado. Nós não podemos desapontá-lo”. O governo também estava trabalhando, os bispos não foram deixados sozinhos. Candanedo ressalta: “O governo, pela primeira vez na história da JMJ, criou uma estrutura administrativa capaz de nos ajudar na organização do evento. Ele facilitou muito as coisas. Essa é uma ajuda para a Igreja”.

Tudo está pronto para a chegada do Papa Francisco

Grande efusão de energia também na preparação das boas-vindas ao Papa Francisco. No âmbito da segurança e nas etapas do programa, tudo está pronto. “Certamente – diz Candanedo -, no domingo passado mostramos em público o Papamóvel que um grupo de panamenhos realizou. Cada peça está no lugar”. Depois anuncia outra novidade: no kit do peregrino haverá um terço realizado pelas famílias pobres de Belém. Um milhão e meio foram produzidos.

A participação de jovens italianos

Dada a distância, o calendário escolar que não permite outras ausências e custos consideráveis, para os jovens italianos desta vez não será tão fácil voar para o Panamá. Padre Michele Falabretti, responsável pelo Departamento Nacional de Pastoral Juvenil da Conferência Episcopal Italiana, não esconde isso. “É verdade. Mas, apesar das dificuldades, nossos números superaram as expectativas: participarão da JMJ quase em 1.300 (jovens). Um número importante, porque ir ao outro lado do mundo nesta temporada não é fácil”.

Fonte: Site Vatican News

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CF 2019: Por onde começar? Como se preparar?

Você e seu grupo querem dinamizar a Campanha da Fraternidade na sua comunidade e/ou paróquia e diocese, porém não sabem por onde começar? Uma dica valiosa é acessar o site da Edições CNBB, no seguinte endereço eletrônico edicoescnbb.blog e mergulhar numa série de dicas e sugestões que podem facilitar este caminho.

A Campanha da Fraternidade se realizará mais intensamente no período da Quaresma, que tem início na quarta-feira de Cinzas, dia 6 de março, e vai até dia 21 de abril, dia em que se celebra a Páscoa de Jesus Cristo. O tema da CF 2019, escolhido pelos bispos brasileiros, a partir de sugestões vindas de organizações sociais, governos e de organismos da própria Igreja, vai refletir sobre o tema “Fraternidade e Políticas Públicas”.

Com esta campanha a Igreja quer: “estimular a participação em políticas públicas, à luz da Palavra de Deus e da Doutrina Social da Igreja para fortalecer a cidadania e o bem comum, sinais da fraternidade”.

Entre as preciosas dicas que é possível encontrar no Blog da Edições CNBB estão: 5 tipos de evento para promover a Campanha da Fraternidade (organizar grupos de estudo bíblico, palestras, mesa-redonda, eventos culturais e artísticos e a discussão e aprofundamento do tema com os jovens da comunidade), como preparar os encontros catequéticos e abordar o tema da Campanha da Fraternidade, entre outras.

Kit CF 2019 – No link materiais, o internauta pode ter acesso ao kit CF 2019 que inclui o áudio do hino, caderno de cifras e partituras das músicas da Campanha, slide para data show, cartaz da CF e o vídeo do hino da CF. Basta fazer um simples cadastro para ter acesso gratuito ao material.

Uma outra ferramenta importante para aqueles que querem se aprofundar no tema e conteúdo desta campanha é percorrer o caminho pedagógico do curso que a Edições CNBB também disponibiliza em seu blog. Baseado no princípio da educação à distância, o curso se estrutura em três aulas: a) O que são políticas públicas? b) A segunda aula, baseada na Doutrina Social da Igreja, aprofunda a dimensão participativa dos cristãos na política; c) a terceira aula aborda a indissociável relação entre a fé e a vida. O curso é totalmente gratuito.

No site da editora da CNBB é possível adquirir as publicações da Campanha da Fraternidade 2019.

*Fonte: site da Arquidiocese JF

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