Dia mundial das comunicações sociais é celebrado na Arquidiocese de Juiz de Fora

Neste domingo, dia 2 de junho, a Igreja Católica celebra a Solenidade da Ascensão do Senhor, escolhida pela Igreja para lembrar o Dia Mundial das Comunicações Sociais (DMCS). Este ano, o tema da mensagem do Papa Francisco para a ocasião é «“Somos membros uns dos outros” (Ef 4, 25): das comunidades de redes sociais à comunidade humana».

Na Arquidiocese de Juiz de Fora, a data será marcada com uma missa dedicada aos comunicadores, a ser realizada na Catedral Metropolitana, às 10h, e presidida pelo arcebispo, Dom Gil Antônio Moreira, que é também o bispo referencial da Comissão para Comunicação do Regional Leste 2 da CNBB. O vigário episcopal para Educação, Comunicação e Cultura, Padre Antônio Camilo de Paiva, concelebrará.

Os integrantes da Pastoral da Comunicação e jornalistas das paróquias de nossa Igreja Particular estão convidados a participarem desta celebração, durante a qual Dom Gil abençoará os comunicadores presentes e seus instrumentos de trabalho. Estudantes da área de Comunicação e demais profissionais também serão muito bem-vindos!

O ambiente digital como Cultura do Encontro

O tema escolhido pelo Papa Francisco ressalta a importância de inserir na comunicação uma perspectiva baseada na pessoa, no valor da interação como um diálogo e oportunidade de encontro com o outro. Em sua mensagem, o Santo Padre afirma que “a imagem do corpo e dos membros recorda-nos que o uso da social web é complementar do encontro em carne e osso, vivido através do corpo, do coração, dos olhos, da contemplação, da respiração do outro. Se a rede for usada como prolongamento ou expetação de tal encontro, então não se atraiçoa a si mesma e permanece um recurso para a comunhão”.

Engajado na responsabilidade de comunicar no ambiente digital sem esquecer as relações humanas, Dom Gil incentiva os agentes da Pastoral da Comunicação e demais profissionais da área a celebrarem a data. Segundo ele, é necessário entender a responsabilidade que existe como comunicadores da Igreja. “O encontro é uma comunicação entre as pessoas. Nas redes sociais os instrumentos que temos para a comunicação são tecnicamente muito bons, mas eles podem não criar esse encontro, essa comunhão, podem até criar divisão. Então, a nossa responsabilidade como comunicadores, como agentes de comunicação na Igreja, é de utilizar esses instrumentos técnicos para que a Cultura do Encontro se efetive”.

Sobre a celebração do 53° Dia Mundial das Comunicações Sociais, o arcebispo metropolitano deixou um recado aos comunicadores. “Eu quero dizer a todos aqueles que são agentes de comunicação nas paróquias e nas dioceses, que nunca se esqueçam desta palavra do Papa: criar uma Cultura do Encontro. Isso significa criar comunhão, é uma linguagem diferente e mais atual que o Papa usa e é aquilo que Jesus pregou no Evangelho, que é amar uns aos outros, amar e superar as diferenças, destruir o ódio, destruir a vingança, destruir tudo aquilo que possa ser um veneno dessa relação humana. Então o que eu desejo é que você, agente de Pastoral da Comunicação e comunicadores em geral, tenha uma vocação e uma responsabilidade com aquilo que você crê, para que o mundo se torne mais humanizado”, afirmou.

Texto: CNBB Regional Leste 2

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Divulgada mensagem do papa para o 53º Dia Mundial das Comunicações Sociais

No dia em que a Igreja celebra a memória de São Francisco de Sales, 24 de janeiro, é costume a divulgação da Mensagem do papa para o Dia Mundial das Comunicações Sociais. Na última semana, o Vaticano disponibilizou o texto para ser refletido no dia 2 de junho, com o tema “‘Somos membros uns dos outros’ (Ef 4, 25): das comunidades de redes sociais à comunidade humana”.

A mensagem apresenta o convite à reflexão sobre as relações entre as pessoas na internet, ambiente no qual a Igreja acredita que deve ser usado para o “encontro das pessoas e a solidariedade entre todos”.

“Com esta Mensagem, gostaria de vos convidar uma vez mais a refletir sobre o fundamento e a importância do nosso ser-em-relação e descobrir, nos vastos desafios do atual panorama comunicativo, o desejo que o homem tem de não ficar encerrado na própria solidão”, escreveu Francisco.

Usando a imagem da rede, Francisco conduz sua reflexão sobre o ambiente virtual, suas potencialidades, estrutura e forma de organização. Também recorre à imagem da comunidade que, “como rede solidária, requer a escuta recíproca e o diálogo, baseado no uso responsável da linguagem”.

O papa chama atenção para algumas realidades que se manifestam negativamente no ambiente digital, como a exposição “à desinformação e à distorção consciente e pilotada dos fatos e relações interpessoais”; o “uso manipulador dos dados pessoais, visando obter vantagens do plano político ou econômico, sem o devido respeito pela pessoa e seus direitos”; o cyberbullyng no meio adolescente; a identidade nas comunidades digitais fundada na contraposição do outro; e a realidade do isolamento, apontada como motivadora para existência dos “Jovens ‘eremitas sociais’”.

Para reencontrar a verdadeira identidade comunitária na consciência da responsabilidade que temos uns para com os outros, inclusive na rede on-line, Francisco propõe outra metáfora: o corpo e os membros, “usada por São Paulo para falar da relação de reciprocidade entre as pessoas, fundada num organismo que as une”.

O papa reforça a verdade, indica o olhar de inclusão e a capacidade de compreensão e comunicação entre as pessoas humanas que “tem o seu fundamento na comunhão de amor entre as Pessoas divinas”.

“Investir nas relações, afirmar o caráter interpessoal da nossa humanidade, manifestar a comunhão que marca nossa identidade de crentes, comunicar, acolher e compreender o dom do outro e corresponder-lhe”, afirma.

“Esta é a rede que queremos: uma rede feita, não para capturar, mas para libertar, para preservar uma comunhão de pessoas livres. A própria Igreja é uma rede tecida pela Comunhão Eucarística, onde a união não se baseia nos gostos [«like»], mas na verdade, no «amém» com que cada um adere ao Corpo de Cristo, acolhendo os outros”.

Texto: site CNBB

Confira a mensagem

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Festa de Nossa Senhora do Líbano

Dia de Nossa Senhora do Líbano

No último domingo (19), foi realizada a tradicional Festa de Nossa Senhora do Líbano, no bairro Grajaú. A celebração começou com uma bonita procissão, saindo do Colégio Santos Anjos em direção à igreja matriz , para a missa. Os fiéis iluminaram a procissão com muitas velas.

A Missa que, foi celebrada por Dom Gil Antônio, teve  a presença de alguns jovens, que realizaram o Sacramento da Crisma. O arcebispo ressaltou na homília, o amor de Maria, exemplo de mãe e mulher. Além disso, salientou o amor de Deus, que precisa ser diário e sem falhas.

Logo após, houve confraternização entre a toda Comunidade.

Fotos: Danielle Quinelato – Assessoria de Comunicação Arquidiocese

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Novena de Nossa Senhora do Líbano começa na próxima sexta

Entre os dias 10 e 18 de maio, os fiéis celebram a Novena em honra a Nossa Senhora do Líbano. Em determinados dias, padres de diversas paróquias da Arquidiocese presidem as celebrações. A Novena de 2019 terá como tema central “Com Maria somos uma Igreja sempre em missão” e como Lema: “Proclamai o Evangelho pelas ruas e sobre os telhados” (Mt 10,27).

Já no dia 19 de maio, dia de nossa padroeira, o destaque é a procissão que sairá do Colégio Santos Anjos em direção à matriz, às 18h30. Na chegada, o arcebispo metropolitano de Juiz de Fora, dom Gil Antônio Moreira, preside a missa solene.

Veja a programação completa:

Dia 10/05 – Sexta-feira
1º dia da Novena
19h – Missa de Abertura presidida pelo padre Anchieta
Responsáveis: Apostolado da Oração e Terço dos Homens

Dia 11/05 – Sábado
2º dia da Novena
19h – Missa presidida pelo padre Wesley Neves
Responsáveis: Catequese e Mães que Oram pelos Filhos

Dia 12/05 – Domingo
3º dia da Novena
19h – Missa presidida pelo padre Welington
Responsável: Legião de Maria

Dia 13/05 – Segunda-feira
4º dia da Novena
19h – Missa presidida padre José Cisneiro
Responsáveis: Casa de Repouso e Colégio Santos Anjos

Dia 14/05 – Terça-feira
5º dia da Novena
19h – Missa presidida pelo padre Cláudio, FAM
Responsável: Vicentinos

Dia 15/05 – Quarta-Feira
6º dia da Novena
19h – Missa Presidida pelo padre Vicente Zacaron
Resposáveis: Comunidade N. Sra. de Lourdes e Batismo

Dia 16/05 – Quinta-feira
7º dia da Novena
19h – Missa presidida por Dom Eurico, Arcebispo Emérito de Juiz de Fora
Responsável: Pastoral Familiar

Dia 17/05 – Sexta-feira
8º dia da Novena
19h – Missa presidida pelo padre Leonardo Loures com abertura da missão com os Jovens Missionários Continentais
Responsáveis: Jovens e Coroinhas

Dia 18/05 – Sábado
9º dia da Novena
15h30 – Missa presidida pelo padre Welington com a 1° Eucaristia
Responsável: Catequese

Dia 19/05 – Domingo Festa de Nossa Senhora do Líbano
18h30 – Procissão saindo do Colégio Santos Anjos em direção à matriz, em seguida, missa solene, presidida por Dom Gil Antônio Moreira. Responsáveis: CPAE e CPP

 

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Presidente e vice-presidentes da CNBB são eleitos durante 57ª Assembleia Geral

O arcebispo de Belo Horizonte (MG), dom Walmor Oliveira de Azevedo, foi eleito presidente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) na tarde dessa segunda-feira, 6 de maio. O novo presidente foi escolhido pelo episcopado brasileiro que participa, em Aparecida (SP), da 57ª Assembleia Geral, no terceiro escrutínio, após receber a maioria absoluta de votos do total de 301 bispos votantes.

Como manda o Estatuto da CNBB, o até então presidente cardeal Sergio da Rocha perguntou a dom Walmor se aceitava o cargo. “Aceito com humildade, aceito com temor e aceito à luz da fé”, foram as primeiras  palavras que ele dirigiu à plenária da 57ª AG. Só à luz da fé, segundo dom Walmor, será possível recuperar a força da colegialidade da Igreja no Brasil a partir de uma escuta muito profunda dos irmãos e do povo de Deus. Ele pediu a Deus que não lhe falte sabedoria para assumir este serviço.

Logo após a divulgação do resultado, o arcebispo metropolitano de Juiz de Fora, Dom Gil Antônio Moreira, enviou uma mensagem a Dom Walmor em nome de nossa Igreja Particular, onde o arcebispo de Belo Horizonte formou-se e foi incardinado sacerdote. “Com satisfação, comunico ao Reverendo Clero e a todos os fiéis de nossa Arquidiocese de Juiz de Fora que Dom Walmor Oliveira de Azevedo, Arcebispo de Belo Horizonte, ex-membro de nosso presbitério, foi eleito Presidente da CNBB no terceiro escrutínio do dia de hoje. Desejando a ele abundantes bênçãos neste importante ministério a serviço da Igreja no Brasil, peço a todos orações em seu favor”.

Vice-presidentes

Também foram eleitos os dois vice-presidentes, uma novidade do novo estatuto da Conferência. Anteriormente, apenas um bispo ocupava a vice-presidência da entidade. Os dois vice-presidentes são: dom Jaime Spengler, arcebispo de Porto Alegre (RS), e dom Mário Antonio Silva, bispo de Roraima.

O episcopado brasileiro, através de voto secreto, elegerá ainda o secretário-geral, os presidentes das Comissões Episcopais Pastorais  e seus representantes junto ao Conselho Episcopal Latino-americano (Celam).

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Papa na intenção de oração de maio: que a Igreja na África seja fermento de unidade

“As divisões étnicas, linguísticas e tribais da África podem ser superadas promovendo a unidade na diversidade”, é o que afirma o Papa Francisco na videomensagem, divulgada nesta quinta-feira (2), sobre a intenção de oração para este mês de maio.

O Santo Padre agradece “às religiosas, aos sacerdotes, leigos e missionários por seu trabalho em favor do diálogo e da reconciliação entre os diversos setores da sociedade africana”.

“Rezemos neste mês para que, por meio do compromisso dos próprios membros, a Igreja na África seja fermento de unidade entre os povos e sinal de esperança para este continente”, exorta o Papa Francisco, neste mês de maio, especialmente dedicado a Maria.

Como já assinalaram os bispos africanos, e tal como se afirma na Exortação Apostólica Evangelii Gaudium, muitas vezes se quer converter os países da África em simples “peças de um mecanismo e de uma engrenagem gigantesca”.

África soma 17,6% dos católicos do mundo

Isso acontece frequentemente com os meios de comunicação social, que, dirigidos majoritariamente por organizações do Hemisfério Norte, “nem sempre têm a devida consideração com as prioridades e os problemas próprios desses países, nem respeitam sua fisionomia cultural”.

A África soma 17,6% dos católicos do mundo, segundo dados do Anuário Pontifício de 2018. A Igreja Católica africana se caracteriza por ser muito dinâmica: o número de fiéis aumentou de pouco mais de 185 milhões, em 2010, para mais de 228 milhões em 2016, com uma variação relativa de 23,2%.

A República Democrática do Congo é o país com o maior número de católicos batizados, com mais de 44 milhões, seguida por Nigéria, com 28 milhões, mas também Uganda, Tanzânia e Quênia registram cifras respeitáveis e em crescimento.

De fato, as circunscrições eclesiásticas aumentaram 3% na África, revelando-se o continente com maior dinamismo na demanda de serviços pastorais. Dos 15 países onde houve maior aumento na porcentagem de batizados, 4 estão no continente africano: República Democrática do Congo, Nigéria, Uganda e Angola.

Viver mais a unidade na diversidade

Por sua vez, o diretor internacional da Rede Mundial de Oração do Papa e do Movimento Eucarístico Jovem, padre Frédéric Fornos SJ, afirma que “para que a Igreja na África seja um fermento de unidade entre todos os povos, a comunidade cristã deverá viver mais esta unidade na diversidade, conforme o desejo do próprio Cristo: “que todos sejam um” (João 17,21).

“Os sinais de divisão entre os cristãos nos países que já estão despedaçados pela violência provocam mais motivos de conflitos da parte dos que deveriam ser um atrativo fermento de paz”, afirma o Papa Francisco na Exortação Apostólica Evangelii Gaudim.

É urgente buscar caminhos de unidade devido à gravidade da divisão entre cristãos, particularmente na África. O empenho pela unidade entre cristãos ajudará a Igreja na África a ser sal e luz para seu próprio continente, um sinal de esperança para os povos.

*Fonte: Site do Vatican News

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