Paróquia Nossa Senhora do Líbano volta a receber fiéis

Seguindo as orientações da Arquidiocese de Juiz de Fora e conforme o decreto da Prefeitura, agora as celebrações poderão ter até 30 pessoas. A Paróquia Nossa Senhora do Líbano começa a se adaptar a essa medida, nesta quinta – feira, 24, com a benção do Santíssimo e celebração. Todas as medidas já estão sendo tomadas para evitar uma evolução do coronavírus. Mas, será necessário a consciência dos fiéis, prestar atenção nos agentes pastorais,  pois é preciso colocar a saúde em primeiro lugar. Pensando nisso, foi criado algumas recomendações, tanto para os agentes de pastorais, tanto para os fiéis. Lembrando que algumas missas serão transmitidas pelo facebook.

Equipe Litúrgica:

  • Deverá ser montada escala contendo 1 leitor, 1 músico, 1 membro Pascom/Colaborador, 1 arrumar o altar, 1 colaborador para distribuição de álcool em gel e recepção de pessoas, 1 ministro, Padre;
  • Essa equipe escalada deverá chegar na igreja com antecedência para abrir portas de maneira a deixar o ambiente arejado.
  • Deverá verificar se há álcool em gel disponível na entrada e saída, e também no local de apoio próximo a capela.
  • Todos os itens litúrgicos devem ser desinfetados antes e depois do uso;
  • Microfones e demais materiais de uso contínuo da equipe deverão ser limpos por seus responsáveis;
  • Deverá respeitar a distância exigida entre pessoas da equipe técnica e o silêncio na igreja, para que possamos ser exemplo às pessoas que estiverem na igreja;
  • A equipe técnica deverá conhecer as normativas da Arquidiocese, para que possamos servir com garantia de segurança a si e à todos os presentes: portar máscara, ter sempre álcool em gel consigo, para ceder ao fiel em caso de necessidade; auxiliar na desinfecção do recinto antes e após as celebrações; auxiliar na demarcação dos assentos; auxiliar na perfeita organização da entrada e saída.

 

Ào Fiel:

  • Seguindo as orientações do decreto municipal, poderá permanecer nas celebrações até 30 pessoas devidamente equipadas com máscara, incluindo a equipe técnica e o celebrante;
  • O fiel poderá participar mediante agendamento a saber:
  • Missas às quintas e sextas na MATRIZ, 19h: deverá promover o agendamento através dos telefones: 18h: Padre (98821-6507) / Marcélio (98874-8175)
  • Missas aos domingos na MATRIZ, 10:30h (transmitidas ao vivo) e 18h: Padre (98821-6507) / Marcélio (98874-8175)
  • Recomenda-se que o fiel entre pela porta lateral, onde ficará um objeto umidificado com material desinfetante, para que os sapatos sejam higienizados antes da entrada na igreja. O fiel que se recusar a promover esta ação, deverá levar um sapato limpo e colocá-lo somente quando for adentrar o recinto;
  • Os assentos estarão demarcados, por isso, pede-se que chegue com antecedência e sente somente nos lugares marcados ou indicados pelo servo;
  • O fiel deverá permanecer de máscara durante toda a missa;
  • A máscara só poderá ser retirada no momento anterior à recepção da comunhão. Neste momento, o padre comunicará aos presentes que a máscara deverá ficar próximo ao participantes, que receberá álcool em gel para higienização das mãos antes da comunhão;
  • Ao receber a comunhão, o fiel não deverá pronunciar nenhuma palavra, dizendo o Amém em silêncio, como recomenda a normativa da Arquidiocese;
  • A equipe de servos será a responsável por sanar dúvidas. Recorra a eles a qualquer momento;
  • Recomenda-se permanecer nos bancos até o final da missa;
  • A saída será organizada pelos servos e deverá ser organizada da seguinte forma: os fiéis sentados nos bancos ao fundo deverão sair primeiro e em direção à porta frontal, dando prosseguimento banco à banco, de modo que não haja aglomeração.
  • Os que desejarem, poderão depositar sua oferta em urna própria devidamente sinalizada na saída;
  • Não recomenda-se a permanência no pátio externo, a fim de evitar aglomerações;
  • Aos fies que pertencem ao grupo de risco, recomenda-se participar das missas semanais;
  • Todas as normativas tem por objetivo manter a segurança dos fiéis e da equipe de servos da paróquia. Por essa razão, contamos com a colaboração de todos para que juntos, possamos vencer essa pandemia preservando a vida;

 

 

 

 

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Papa: a exemplo dos mártires dos nossos dias, seguir sem medo diante dos desafios da vida

Pela quarta vez direto da janela do Palácio Apostólico, depois do período de lockdown na Itália em que rezava a oração mariana do Angelus de dentro da biblioteca, o Papa Francisco encontrou os fiéis da Praça São Pedro. Neste domingo (21), o Pontífice nos encorajou a não ter medo, sermos fortes e confiantes diante das adversidades. Como os Apóstolos e os cristãos dos nossos dias, perseguidos e ameaçados – até fisicamente -, a exortação é confiar em Jesus, porque “o Pai cuida de nós” na hora da adversidade e do perigo.

Neste domingo (21), oficialmente de verão no hemisfério norte, o Papa completou um mês de retorno à oração mariana do Angelus, feita diretamente da janela do Palácio Apostólico aos fiéis presentes na Praça São Pedro. Durante todo o período de lockdow na Itália, Francisco rezou de dentro da biblioteca.

Na sua alocução, que precedeu o Angelus, o Papa descreveu três situações concretas de adversidades enfrentadas pelos discípulos na proclamação do Reino de Deus, a partir de um trecho do Evangelho deste domingo (cf. Mt 10, 26-33). Através delas e fazendo eco ao convite de Jesus, Francisco exortou para não se ter medo, ser forte e confiante diante dos desafios da vida. De fato, “o medo é um dos inimigos mais feios da nossa vida cristã”.

O anúncio sem medo diante da hostilidade

Em primeiro lugar, o Papa descreveu “a hostilidade daqueles que gostariam de silenciar a Palavra de Deus”. Jesus, até aquele momento, transmitiu a mensagem de salvação “com prudência, quase em segredo”, diferente do que deveriam fazer os Apóstolos:

“Eles deverão proclamá-la “à luz”, ou seja, abertamente, e anunciar “dos terraços”, isto é, publicamente, o seu Evangelho.”

A perseguição aos cristãos até hoje

A segunda dificuldade que os missionários de Cristo encontraram, lembrou o Papa, foi “a ameaça física contra eles, isto é, a perseguição direta do seu povo, chegando até a matar”. Uma profecia de Jesus, “dolorosa”, mas que “atesta a fidelidade das testemunhas” e se constata em todos os tempos:

“Quantos cristãos são perseguidos ainda hoje em todo o mundo! Sofrem pelo Evangelho com amor, são os mártires dos nossos dias. E podemos dizer com certeza que são mais mártires que nos primeiros tempos: muitos mártires somente por ser cristãos… A esses discípulos de ontem e de hoje que sofrem a perseguição, Jesus recomenda: «Não temais os que matam o corpo, e não podem matar a alma» (v. 28). Não devemos nos assustar por aqueles que procuram extinguir a força da evangelização através da arrogância e da violência. Nada, na verdade, podem fazer contra a alma, ou seja, contra a comunhão com Deus: essa, ninguém pode tirar dos discípulos, pois é um dom de Deus.”

A certeza do amor de Deus

O terceiro tipo de provação que os Apóstolos enfrentaram, recorda o Papa, é a sensação de que o próprio Deus os abandona, ao permanecer “distante e silencioso”. Mas não devemos ter medo, exorta Francisco, porque “o Pai cuida de nós” na hora da adversidade e do perigo:

“Também aqui nos exorta a não ter medo, porque, apesar de passar por essas e outras ciladas, a vida dos discípulos está firmemente nas mãos de Deus, que nos ama e nos guarda. […] O que importa é a sinceridade, é a coragem do testemunho, do testemunho de fé: ‘reconhecer Jesus perante os homens’ e seguir adiante fazendo o bem.”

Fonte: Site Vatican News

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