Papa faz visita surpresa aos pobres que recebem no Vaticano 2ª dose anti-Covid

Um encontro festivo e afetuoso com o Santo Padre

O Papa saudou os presentes ao longo do percurso preparado no átrio para a vacinação, desde a entrada até a área de espera após a conclusão do procedimento prévio à vacinação. No final do trajeto, Francisco parou para oferecer um ovo de chocolate, que foi distribuído a todos pelos voluntários, de acordo com as medidas sanitárias em vigor.

Ao sair, informa ainda o referido comunicado, os presentes entoaram um canto de felicitações pelo onomástico do Santo Padre, enquanto ele parou para conversar com alguns dos voluntários, num ambiente festivo e afetuoso, agradecendo-lhes e recomendando-lhes que “continuem em seu compromisso!

Gratidão do Papa Francisco

Através do Esmoleiro, o Santo Padre dirigiu palavras de gratidão àqueles que contribuíram para o procedimento de vacinação e para a iniciativa da “vacina suspensa” que permitirá alcançar muitos que aguardam a vacinação nos países mais pobres.

Pouco depois das 11h da manhã, o Papa Francisco voltou para a Casa Santa Marta. Nesta sexta-feira “serão vacinadas pouco menos de 600 das aproximadamente 1400 pessoas carentes que receberam a primeira dose semanas atrás”, conclui a referida comunicação da Sala de Imprensa vaticana.

Essas mulheres e homens fazem parte dos cerca de 1.400 beneficiários da campanha de vacinação anti Covid-19 iniciada durante a Semana Santa pela Esmolaria Apostólica em colaboração com outras associações.

Fonte: Site Vatican News

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Papa à CNBB: promover a reconciliação do povo brasileiro

Diante da dor, a união: é o que pede o Papa Francisco ao povo brasileiro através de uma videomensagem endereçada aos membros da CNBB que realizam sua Assembleia Geral. O Pontífice se solidariza com quem perdeu familiares e pede que a Igreja vá além das desavenças.

Solidariedade, caridade e unidade: estes são os conceitos apontados pelo Papa Francisco ao enviar uma videomensagem aos bispos que participam da 58a Assembleia Geral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, pela primeira vez realizada de forma virtual.

No início da mensagem, o Pontífice não deixa de lado o bom humor, pedindo desculpa por falar em espanhol, bem sabendo que existe um idioma que brasileiros e argentinos dominam: o “portuñol”.

Assumindo logo um tom mais sério, o Papa afirma que, através dos bispos, se dirige a todo o povo brasileiro, “num momento em que este amado país enfrenta uma das provas mais difíceis da sua história”.

“Gostaria, em primeiro lugar, de expressar minha proximidade às centenas de milhares de famílias que choram a perda de um ente querido. Jovens e idosos, pais e mães, médicos e voluntários, ministros sagrados, ricos e pobres: a pandemia não excluiu ninguém no seu rastro de sofrimento. Penso em especial nos bispos que morreram vítimas da Covid.”

Francisco pede a Deus que conceda o descanso eterno aos mortos e consolação aos familiares, que muitas vezes nem puderam se despedir. “E este ir-se sem poder se despedir, ir-se na solidão mais despojada é uma das maiores dores de quem vai e de quem fica.”

Mas nossa fé em Cristo ressuscitado nos mostra que podemos superar este trágico momento e aqui se apresenta a importância da solidariedade, “a chorar com os que choram”. “E a caridade nos impulsiona como bispos a nos despojar. Não tenham medo de se despojar. Cada um sabe do quê.” A pandemia só será superada com a união e a CNBB deve ser una neste momento, “porque o povo que sofre é um”.

Igreja una, porque o povo é um

O Papa recorda sua “inesquecível” visita ao Brasil em 2013 e do que disse a respeito da história de Nossa Senhora Aparecida. Por ter sido encontrada quebrada, poderia servir de símbolo da realidade brasileira: o que estava separado, recobra a unidade.

“E ser instrumento de reconciliação, ser instrumento de unidade: esta é a missão da Igreja no Brasil. Hoje mais do que nunca! E, para isto, é necessário deixar de lado as divisões e as desavenças. É necessário encontrarmo-nos no essencial. Com Cristo, por Cristo e em Cristo.”

Somente assim, prossegue o Papa, os bispos poderão inspirar os fiéis, outros cristãos e cidadãos, também em nível governamental, a trabalhar juntos para superar não só o coronavírus, mas também outro vírus: o vírus da indiferença, que nasce do egoísmo e gera injustiça social.

Francisco está consciente de que “o desafio é grande. Mas sabemos que o Senhor caminha conosco”. “Sempre Jesus! Aqui está nossa base, nossa força, nossa unidade.”

O Papa conclui pedindo ao Senhor ressuscitado que esta Assembleia Geral dê frutos de unidade e reconciliação a todo o povo brasileiro e à CNBB. “Unidade não é uniformidade”, recordou, mas harmonia.

“Imploro a Nossa Senhora Aparecida que ela, como Mãe, dê a todos os seus filos a graça de ser custódios do bem e da vida dos demais e  promotores de fraternidade”, são as palavras finais de Francisco, concedendo sua bênção apostólica.

Fonte: Site Vatican News
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Divulgada Mensagem do Papa Francisco para o 55º Dia Mundial das Comunicações Sociais

O Vaticano divulgou, no último sábado (23), véspera da memória de São Francisco de Sales, a mensagem do Papa Francisco para o 55º Dia Mundial das Comunicações Sociais. No texto, o Pontífice fala de temas da atualidade, como as vacinas contra a Covid-19, convoca os comunicadores a gastarem sola de sapato e enaltece a coragem dos jornalistas. O Dia Mundial das Comunicações será celebrado em 16 de maio, Solenidade da Ascensão do Senhor.

Intitulada “Vem e verás”, o texto deste ano reflete sobre alguns princípios do jornalismo. Extraído do Evangelho de João (Jo 1, 46), o tema tem como subtítulo “Comunicar encontrando as pessoas onde estão e como são”. O Pontífice recorda que “vem e verás” foi a forma como a fé cristã se comunicou, começando pelos primeiros encontros nas margens do rio Jordão e do lago da Galileia. Aos primeiros discípulos que o quiseram conhecer, depois do seu batismo no rio Jordão, Jesus respondeu: «Vinde e vereis» (Jo 1, 39), convidando-os a viver em relação com ele. O mesmo diz Filipe a Natanael.

A fé cristã começa desta forma e assim é comunicada: “com um conhecimento direto, nascido da experiência, e não por ouvir dizer”, diz o Papa, algo muito atual nos tempos da informação nos grupos de Whatsapp. “Vir e ver pressupõe dois movimentos. O primeiro deles é sair da presunção cômoda do ‘já sabido’ e mover-se, ir ver, estar com as pessoas, ouvi-las”.

Isso requer transparência e honestidade intelectual. Mas além do aspecto moral, “ir e ver” se refere a algo basilar no jornalismo, isto é, deixar de lado a informação construída nas redações, em frente do computador, para sair à rua, “gastar a sola dos sapatos”, encontrar pessoas para procurar histórias ou verificar informações. “Se não nos abrirmos ao encontro, permanecemos espectadores externos, apesar das inovações tecnológicas.”

Cada instrumento só é útil e precioso, adverte o Papa, se nos impelir a ir e ver coisas que, de outra forma, não saberíamos, se colocar em rede conhecimentos que, do contrário, não circulariam, se permitir encontros que de outra forma não teriam lugar. O “vem e verás” é o método mais simples de conhecer uma realidade. Para conhecer, escreve ainda Francisco, é necessário encontrar, permitir que quem está à minha frente fale comigo, deixar que o seu testemunho chegue até mim.

Agradecimento pela coragem de muitos jornalistas

A este ponto da mensagem, o Papa agradece aos muitos jornalistas que arriscam a própria vida. Se hoje se conhece a difícil condição das minorias perseguidas, os muitos abusos e injustiças contra os pobres e contra a criação e as tantas guerras esquecidas, é porque alguém sentiu a curiosidade, ou melhor, a paixão de noticiar essas realidades. “Seria uma perda não só para a informação, mas para toda a sociedade e para a democracia se faltassem essas vozes: um empobrecimento para a nossa humanidade”, defende o Papa.

Inclusive nesta época de pandemia, há muitas realidades que convidam a “ir e ver”, como os desempregados que fazem filas nos centros da Cáritas para receber um pacote de alimentos. “Quem nos contará a expectativa de cura nas aldeias mais pobres da Ásia, América Latina e África?”, questiona o Pontífice, alertando para que a distribuição das vacinas anti-Covid não obedeça a uma lógica do lucro.

Oportunidades e ciladas na web

Outro alerta do Papa diz respeito à informação produzida nas redes sociais. Se por um lado pode haver mais velocidade no fluxo da informação, por outro há o risco da sua manipulação. Um risco que chama a todos a uma responsabilidade “pela comunicação que fazemos, pelas informações que damos, pelo controlo que podemos juntamente exercer sobre as notícias falsas, desmascarando-as”. “Todos estamos chamados a ser testemunhas da verdade: a ir, ver e partilhar.”

Nada substitui ver com os próprios olhos

Na comunicação, prossegue o Papa, nada jamais pode substituir completamente o ver com os próprios olhos. A boa nova do Evangelho difundiu-se pelo mundo graças a encontros de pessoa a pessoa, de coração a coração.

Para Francisco, “aquele grande comunicador que se chamava Paulo de Tarso ter-se-ia certamente servido do e-mail e das mensagens eletrônicas; mas foram a sua fé, a sua esperança e a sua caridade que impressionaram os seus contemporâneos”. Isso significa que o Evangelho acontece novamente hoje, sempre que recebemos o testemunho claro de pessoas cujas vidas foram mudadas pelo seu encontro com Jesus.

“Há mais de dois mil anos que uma corrente de encontros comunica o fascínio da aventura cristã. O desafio que nos espera é o de comunicar, encontrando as pessoas onde estão e como são.”

A mensagem do Papa se conclui com uma oração:

“Senhor, ensinai-nos a sair de nós mesmos, e partir à procura da verdade. Ensinai-nos a ir e ver, ensinai-nos a ouvir, a não cultivar preconceitos, a não tirar conclusões precipitadas. Ensinai-nos a ir aonde não vai ninguém, a reservar tempo para compreender, a prestar atenção ao essencial, a não nos distrairmos com o supérfluo, a distinguir entre a aparência enganadora e a verdade. Concedei-nos a graça de reconhecer as vossas moradas no mundo e a honestidade de contar o que vimos.”

Fonte: Site Vatican News

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O Papa na Audiência Geral: “A oração é o respiro da fé”

“A fé é um grito, a falta de fé é sufocar aquele grito, é como um “silêncio”. A fé é um protesto contra uma condição dolorosa da qual não entendemos o motivo; a falta de fé é aceitar viver uma situação à qual nos adaptamos. A fé é esperança de ser salvo; a falta de fé é habituar-se ao mal que nos oprime”, disse Francisco.

Na Audiência Geral desta quarta-feira (06/05), realizada na Biblioteca do Palácio Apostólico, por causa da pandemia de coronavírus, o Papa Francisco iniciou um novo ciclo de catequeses, desta vez dedicado à oração.

A oração é o respiro da fé, é a sua expressão mais apropriada. Como um grito que sai do coração de quem acredita e confia em Deus”, disse Francisco, convidando a pensar na história do cego Bartimeu, que ficava sentado na rua pedindo esmola na periferia de Jericó. “Não é um personagem anônimo, ele tem um rosto, um nome: Bartimeu, o filho de Timeu”, disse o Papa, que ouve falar que Jesus passaria por ali e faz de tudo para encontrar Jesus.

A oração de Bartimeu toca o coração de Jesus

Este homem entra nos Evangelhos como uma voz que grita com toda a força. Ele não vê. Ele não sabe se Jesus está perto ou longe, mas entende isso através da multidão, que a um certo ponto aumenta e se aproxima, mas ele está completamente sozinho e ninguém se importa com isso. E o que Bartimeu faz? Grita. Usa a única arma que tem: a voz. Começa a gritar: «Jesus, Filho de Davi, tem piedade de mim!»

O Papa frisou que “os seus gritos insistentes incomodam e muitos o repreendem, dizendo-lhe para ficar quieto. Bartimeu não se cala, pelo contrário, grita ainda mais forte: «Jesus, Filho de Davi, tem piedade de mim!» Essa expressão: ‘Filho de Davi’ é muito importante, significa ‘o Messias’. É uma profissão de fé que sai da boca daquele homem desprezado por todos”.

Jesus escuta o seu grito. A oração de Bartimeu toca seu coração, o coração de Deus, e as portas da salvação se abrem para ele. Jesus o chama. Ele se levanta e aqueles que antes lhe disseram para ficar calado agora o conduzem ao Mestre. Jesus fala com ele, pede para que expresse o seu desejo e então o grito se torna um pedido: «Mestre, eu quero ver de novo».

A falta de fé é habituar-se ao mal que nos oprime

Jesus lhe disse: “Vai, a tua fé te salvou”. O Senhor “reconhece a força da fé daquele homem pobre, indefeso e desprezado, que atraiu a misericórdia e o poder de Deus. A fé é ter duas mãos levantadas, uma voz que grita, implorando o dom da salvação”, disse ainda o Papa, recordando que o Catecismo da Igreja Católica afirma que “a humildade é o fundamento da oração”.  “A oração nasce da terra, do húmus, de onde vem o “humilde”, a  “humildade”; vem do nosso estado de precariedade, da nossa sede contínua de Deus.” A seguir, Francisco acrescentou:

A fé é um grito, a falta de fé é sufocar aquele grito, é como um “silêncio”. A fé é um protesto contra uma condição dolorosa da qual não entendemos o motivo; a falta de fé é aceitar viver uma situação à qual nos adaptamos. A fé é esperança de ser salvo; a falta de fé é habituar-se ao mal que nos oprime.

Segundo o Papa, “Bartimeu é um homem perseverante. Ao seu redor havia pessoas que diziam que implorar era inútil, que era um grito sem resposta, que era um barulho que incomodava e basta: mas ele não ficou em silêncio. E no final, conseguiu o que queria”.

No coração humano tem uma voz que invoca

“Mais forte do que qualquer argumento contrário, no coração humano tem uma voz que invoca. Uma voz que sai espontaneamente, sem que ninguém a comande, uma voz que questiona o significado de nosso caminho aqui em baixo, sobretudo quando nos encontramos na escuridão: “Jesus, tem piedade de mim! Jesus, tem piedade de todos nós!” Talvez essas palavras não estejam gravadas em toda a criação? Tudo invoca e suplica para que o mistério da misericórdia encontre sua realização definitiva”, sublinhou ainda Francisco.

O Papa concluiu sua catequese, dizendo que “os cristãos não apenas rezam, mas partilham o grito da oração com todos os homens e mulheres”. Segundo Francisco, “o horizonte ainda pode ser ampliado, pois Paulo afirma que toda a criação “geme e sofre as dores do parto”. “Os artistas muitas vezes se tornam intérpretes desse grito silencioso que preme em toda criatura e emerge no coração humano, porque o ser humano é um “mendigo de Deus”.”

Fonte: Site Vatican Nens

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Conselho Nacional das Igrejas Cristãs manifesta apoio ao Sínodo da Amazônia

A Igreja Evangélica de Confissão Luterana no Brasil e o Conselho Nacional das Igrejas Cristãs manifestam seu apoio ao Sínodo dos Bispos para a Região Pan-Amazônia convocado pelo Papa Francisco.

O pastor da Igreja Evangélica de Confissão Luterana no Brasil (IECLB) e presidente do Conselho Nacional das Igrejas Cristãs (CONIC), Inácio Lemke se soma aos bispos católicos no apoio à realização do Sínodo para a Pan-Amazônia, de 6 a 27 de outubro deste ano.

Ele disse considerar muito importante que a Igreja Católica, motivada pelo Papa Francisco, tome essa iniciativa. “É dever e é compromisso nosso como cristãos entrar em ação em favor e defesa da Amazônia. Como Conselho Nacional das Igrejas Cristãs estamos juntos nesta caminhada da Igreja neste momento”, disse o pastor.

Amazônia, na avaliação do pastor luterano, contém uma imensa biodiversidade ampla e única no universo colocada por Deus no bioma. “Como Igrejas, que defendemos a vida em sua amplitude, nos cabe levantar a voz, defender e ser solidários com toda a vida, principalmente com os povos da floresta, sua diversidade e dos rios”, disse.

Fonte: Vatican news

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5 de Setembro – Dia de Santa Tereza de Calcutá

Madre Teresa: “O amor para que seja autêntico, deve nos custar”

Santa Teresa de Calcutá é celebrada pela Igreja no dia 5 de setembro, dia da sua morte. E no dia 4 de setembro recorda-se a sua canonização realizada em 2016 pelo Papa Francisco. Um milagre brasileiro deu início ao processo de canonização de Madre Teresa, a santa que servia Cristo nos mais pobres entre os pobres

Cidade do Vaticano

Dia 5 de setembro a Igreja celebra Santa Teresa de Calcutá que faleceu em 1997. No dia da sua canonização em 4 de setembro de 2016, Papa Francisco disse: “Madre Teresa […] inclinou-se sobre as pessoas indefesas, deixadas moribundas à beira da estrada, reconhecendo a dignidade que Deus lhes dera […]. A sua missão nas periferias das cidades e nas periferias existenciais permanece nos nossos dias como um testemunho eloquente da proximidade de Deus junto dos mais pobres entre os pobres […] Parece-me que, talvez, teremos um pouco de dificuldade de chamá-la de Santa Teresa: a sua santidade é tão próxima de nós, tão tenra e fecunda, que espontaneamente continuaremos a chamá-la de ‘Madre Teresa’”.

A beatificação

Menos de dois anos depois da sua morte, por causa da sua grande fama de santidade e das graças obtidas pela sua intercessão, São João Paulo II permitiu a abertura da Causa de Canonização. Em 19 de outubro de 2003 foi proclamada beata. “Estou pessoalmente grato a esta mulher corajosa, que senti sempre ao meu lado […] – afirmava durante a homilia São João Paulo II – ia a toda a parte para servir Cristo nos mais pobres entre os pobres. Nem conflitos nem guerras conseguiam ser um impedimento para ela […] Ela escolheu ser não apenas a mais pequena, mas a serva dos mais pequeninos […]. A sua grandeza reside na sua capacidade de doar sem calcular o custo, de se doar ‘até doer’. A sua vida foi uma vivência radical e uma proclamação audaciosa do Evangelho”.

Milagre brasileiro e Prêmio Nobel

O processo de canonização de Madre Teresa teve início com um milagre envolvendo o brasileiro Marcílio Haddad Andrino, morador da cidade de Santos (SP). Ele foi diagnosticado com hidrocefalia e uma infecção no cérebro, mas foi curado após sua esposa rezar pedindo a intercessão de Madre Teresa de Calcutá.

A religiosa, cujo nome no século era Agnes Agonxha Bojaxhiu, nasceu em uma comunidade albanesa no sul da antiga Iugoslávia. Foi ordenada religiosa na Índia, onde assumiu o nome de Teresa. Em 1946, decidiu abandonar o convento e viver para os pobres. Sua atuação como missionária lhe rendeu o Prêmio Nobel da Paz em 1979.

A herança da pequena irmã ícone do amor cristão

Toda a vida e a obra de Madre Teresa oferecem testemunho da alegria de amar e do valor das pequenas coisas feitas com fidelidade e com amor. Ainda hoje, os sinais da sua presença são tangíveis através das suas obras que as Missionárias da Caridade levam adiante em todo o mundo.

texto: Site Vatican News

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Papa faz apelo pela Amazônia: controlar os incêndios o quanto antes

A voz do Papa se une àquela dos bispos da América Latina que também demonstraram tristeza e, através de apelos públicos, pediram medidas urgentes em defesa da Amazônia.

“ Estamos todos preocupados com os grandes incêndios que se desenvolveram na Amazônia. Oremos para que, com o empenho de todos, sejam controlados o quanto antes. Aquele pulmão de florestas é vital para o nosso planeta. ”

O apelo do Papa Francisco foi feito no último domingo, depois da oração mariana do Angelus na Praça São Pedro. Depois de chefes de Estado da América e da Europa, e dos bispos das Conferências Episcopais da América Latina se manifestarem a respeito dos incêndios que vêm devastando a região amazônica, o Pontífice também demonstrou a sua preocupação com aquele que é “o pulmão de florestas vital para o planeta”.

Fonte: Site Vatican News

Veja o vídeo abaixo:

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Intenções de oração de agosto: o Papa reza por um mundo com famílias

Em uma mensagem vídeo o Santo Padre pede pelas famílias e que se reze por elas, para que possam se tornar “escolas de verdadeiro crescimento humano”, nas quais as pessoas possam aprender uma vida de oração e amor

Foi divulgada, nesta quinta-feira (01/08), a mensagem vídeo do Papa Francisco com a intenção de oração para o mês de agosto com o tema “As famílias, um laboratório de humanização”.

O Papa volta o olhar para as famílias e nos pede que orientemos nossas intenções de oração para tudo que favoreça as famílias, para que elas se tornem verdadeiros lugares de crescimento humano. Para o Santo Padre, as famílias são “o melhor legado possível” que podemos deixar para o mundo e o futuro.

“Que mundo queremos deixar para o futuro?”, pergunta-nos o Papa. “Deixemos um mundo com famílias. Cuidemos das famílias, porque são verdadeiras escolas do amanhã”.

Francisco nos recorda: “Rezemos pelas famílias para que graças a uma vida de amor se tornem cada vez mais laboratórios de humanização”.

Fonte: Vatican News

 

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Dia mundial das comunicações sociais é celebrado na Arquidiocese de Juiz de Fora

Neste domingo, dia 2 de junho, a Igreja Católica celebra a Solenidade da Ascensão do Senhor, escolhida pela Igreja para lembrar o Dia Mundial das Comunicações Sociais (DMCS). Este ano, o tema da mensagem do Papa Francisco para a ocasião é «“Somos membros uns dos outros” (Ef 4, 25): das comunidades de redes sociais à comunidade humana».

Na Arquidiocese de Juiz de Fora, a data será marcada com uma missa dedicada aos comunicadores, a ser realizada na Catedral Metropolitana, às 10h, e presidida pelo arcebispo, Dom Gil Antônio Moreira, que é também o bispo referencial da Comissão para Comunicação do Regional Leste 2 da CNBB. O vigário episcopal para Educação, Comunicação e Cultura, Padre Antônio Camilo de Paiva, concelebrará.

Os integrantes da Pastoral da Comunicação e jornalistas das paróquias de nossa Igreja Particular estão convidados a participarem desta celebração, durante a qual Dom Gil abençoará os comunicadores presentes e seus instrumentos de trabalho. Estudantes da área de Comunicação e demais profissionais também serão muito bem-vindos!

O ambiente digital como Cultura do Encontro

O tema escolhido pelo Papa Francisco ressalta a importância de inserir na comunicação uma perspectiva baseada na pessoa, no valor da interação como um diálogo e oportunidade de encontro com o outro. Em sua mensagem, o Santo Padre afirma que “a imagem do corpo e dos membros recorda-nos que o uso da social web é complementar do encontro em carne e osso, vivido através do corpo, do coração, dos olhos, da contemplação, da respiração do outro. Se a rede for usada como prolongamento ou expetação de tal encontro, então não se atraiçoa a si mesma e permanece um recurso para a comunhão”.

Engajado na responsabilidade de comunicar no ambiente digital sem esquecer as relações humanas, Dom Gil incentiva os agentes da Pastoral da Comunicação e demais profissionais da área a celebrarem a data. Segundo ele, é necessário entender a responsabilidade que existe como comunicadores da Igreja. “O encontro é uma comunicação entre as pessoas. Nas redes sociais os instrumentos que temos para a comunicação são tecnicamente muito bons, mas eles podem não criar esse encontro, essa comunhão, podem até criar divisão. Então, a nossa responsabilidade como comunicadores, como agentes de comunicação na Igreja, é de utilizar esses instrumentos técnicos para que a Cultura do Encontro se efetive”.

Sobre a celebração do 53° Dia Mundial das Comunicações Sociais, o arcebispo metropolitano deixou um recado aos comunicadores. “Eu quero dizer a todos aqueles que são agentes de comunicação nas paróquias e nas dioceses, que nunca se esqueçam desta palavra do Papa: criar uma Cultura do Encontro. Isso significa criar comunhão, é uma linguagem diferente e mais atual que o Papa usa e é aquilo que Jesus pregou no Evangelho, que é amar uns aos outros, amar e superar as diferenças, destruir o ódio, destruir a vingança, destruir tudo aquilo que possa ser um veneno dessa relação humana. Então o que eu desejo é que você, agente de Pastoral da Comunicação e comunicadores em geral, tenha uma vocação e uma responsabilidade com aquilo que você crê, para que o mundo se torne mais humanizado”, afirmou.

Texto: CNBB Regional Leste 2

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Divulgada mensagem do papa para o 53º Dia Mundial das Comunicações Sociais

No dia em que a Igreja celebra a memória de São Francisco de Sales, 24 de janeiro, é costume a divulgação da Mensagem do papa para o Dia Mundial das Comunicações Sociais. Na última semana, o Vaticano disponibilizou o texto para ser refletido no dia 2 de junho, com o tema “‘Somos membros uns dos outros’ (Ef 4, 25): das comunidades de redes sociais à comunidade humana”.

A mensagem apresenta o convite à reflexão sobre as relações entre as pessoas na internet, ambiente no qual a Igreja acredita que deve ser usado para o “encontro das pessoas e a solidariedade entre todos”.

“Com esta Mensagem, gostaria de vos convidar uma vez mais a refletir sobre o fundamento e a importância do nosso ser-em-relação e descobrir, nos vastos desafios do atual panorama comunicativo, o desejo que o homem tem de não ficar encerrado na própria solidão”, escreveu Francisco.

Usando a imagem da rede, Francisco conduz sua reflexão sobre o ambiente virtual, suas potencialidades, estrutura e forma de organização. Também recorre à imagem da comunidade que, “como rede solidária, requer a escuta recíproca e o diálogo, baseado no uso responsável da linguagem”.

O papa chama atenção para algumas realidades que se manifestam negativamente no ambiente digital, como a exposição “à desinformação e à distorção consciente e pilotada dos fatos e relações interpessoais”; o “uso manipulador dos dados pessoais, visando obter vantagens do plano político ou econômico, sem o devido respeito pela pessoa e seus direitos”; o cyberbullyng no meio adolescente; a identidade nas comunidades digitais fundada na contraposição do outro; e a realidade do isolamento, apontada como motivadora para existência dos “Jovens ‘eremitas sociais’”.

Para reencontrar a verdadeira identidade comunitária na consciência da responsabilidade que temos uns para com os outros, inclusive na rede on-line, Francisco propõe outra metáfora: o corpo e os membros, “usada por São Paulo para falar da relação de reciprocidade entre as pessoas, fundada num organismo que as une”.

O papa reforça a verdade, indica o olhar de inclusão e a capacidade de compreensão e comunicação entre as pessoas humanas que “tem o seu fundamento na comunhão de amor entre as Pessoas divinas”.

“Investir nas relações, afirmar o caráter interpessoal da nossa humanidade, manifestar a comunhão que marca nossa identidade de crentes, comunicar, acolher e compreender o dom do outro e corresponder-lhe”, afirma.

“Esta é a rede que queremos: uma rede feita, não para capturar, mas para libertar, para preservar uma comunhão de pessoas livres. A própria Igreja é uma rede tecida pela Comunhão Eucarística, onde a união não se baseia nos gostos [«like»], mas na verdade, no «amém» com que cada um adere ao Corpo de Cristo, acolhendo os outros”.

Texto: site CNBB

Confira a mensagem

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