Arcebispo divulga orientações sobre a Quaresma e o Triênio para o Centenário da diocese

O Arcebispo Metropolitano de Juiz de Fora, Dom Gil Antônio Moreira, divulgou uma mensagem com orientações para o clero e os fiéis da Arquidiocese, a cerca do Triênio para o Centenário da diocese e da Quaresma.

Na introdução do texto, o Pastor recordou a ocasião da abertura do triênio, em 31 de janeiro, pediu a atenção de todos para explicar como se dará a vivência e celebração deste tempo. Dom Gil contou que as comemorações caminharam juntas: o II Sínodo, o Triênio e o Ano de São José, visto que a programação sinodal já está em curso e surgiu a iluminação de ter patronos para cada ano do Triênio.

Para bem viver o Ano de São José, Dom Gil recomendou pequenas orações a serem rezadas nas paróquias, a realização de Missas Votivas de São José todos os dias 19 de cada mês e destaque para o Patrono Universal da Igreja ao longo de todo o ano, também através estudos e demais atividades.

A respeito da Quaresma, o Arcebispo autorizou aos sacerdotes a realização do rito de imposição das cinzas, também na quinta e sexta-feira seguintes, a fim de que mais pessoas possam participar deste importante rito de forma segura.

Ainda tratando de cuidados, Dom Gil orientou que as confissões ocorram em espaços, preferencialmente abertos, com distanciamento, com mutua cooperação entre leigos e os padres, de forma breve. “Para se evitar aglomerações, não poderá, em nenhuma hipótese, haver mutirões de confissão”, pontuou.

Também foi abordado o tema da Campanha da Fraternidade. O Pastor explicou que os Bispos do Brasil votam, há cada cinco anos, para decidir realizá-la de forma ecumênica (CFE), visando a unidade entre os cristãos. No entanto o Arcebispo, sugeriu que a base da reflexão quaresmal seja a Encíclica Fratelli Tutti e a Mensagem do Papa Francisco para a Quaresma.  “Após ler, ouvir e ver praticamente todos os posicionamentos prós e contra, em consciência, e para ser fiel à Igreja, oriento que o texto-base da CFE 2021 não seja utilizado em nossa Igreja Particular”, definiu Dom Gil.

Confira o texto completo clicando aqui.

Fonte: Site da Arquidiocese de Juiz de Fora

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Festa de Nossa Senhora de Lourdes têm início na comunidade

Começa hoje, 19 horas, a festa da padroeira de Nossa Senhora de Lourdes, protetora dos enfermos. Neste ano, por conta da pandemia, a festa será diferente, com cuidados, distanciamento, mas não deixa de ser especial.

Nos dias 8, 9 e 10, haverá o tríduo, com santa missa no horário das 19 horas, presidida pelo administrador paroquial da paróquia, padre Welington. Às 18 horas, tem o terço conduzido pela comunidade.

No dia 11, dia da padroeira, terá uma missa especial, também presidida por padre Welington.  A celebração será transmitida pelo facebook da paróquia Nossa Senhora do Líbano, pois a comunidade suporta apenas 20 pessoas. Então, recomenda-se assistir de casa.

No dia 14, a comunidade promove um almoço drive thru, com retirada no local.

 

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Em fevereiro, Papa pede oração e proteção às mulheres, vítimas de violência

“Hoje, ainda existem mulheres que sofrem violência. Violência psicológica, violência verbal, violência física, violência sexual. O número de mulheres espancadas, ofendidas e violadas é impressionante. As diversas formas de maus-tratos que muitas mulheres sofrem são uma covardia e uma degradação para toda a humanidade. Para os homens e para toda humanidade. Os testemunhos das vítimas que se atrevem a quebrar o silêncio são um grito de socorro que não podemos ignorar. Não podemos olhar para o outro lado. Rezemos pelas mulheres que são vítimas de violência, para que sejam protegidas pela sociedade e o seu sofrimento seja considerado e escutado por todos.”

Esse é o forte apelo feito por Francisco no “O Vídeo do Papa”, de fevereiro, com a intenção de oração que Francisco confia a toda Igreja Católica através da Rede Mundial de Oração do Papa. É uma mensagem forte contra a violência que milhões de mulheres sofrem diariamente numa realidade que Francisco descreve como de “covardia e degradação para toda a humanidade”.

Violência contra mulheres em números

De fato, as estatísticas coletadas pela ONU Mulheres, atualizadas em novembro de 2020, são chocantes: todos os dias, 137 mulheres no mundo são mortas por membros de suas próprias famílias; as mulheres adultas representam quase metade das vítimas de tráfico de pessoas; globalmente, 1 em cada 3 mulheres já sofreu violência física ou sexual (e 15 milhões de meninas adolescentes, de 15 a 19 anos, sofreram estupro em todo o mundo). No ano passado, além disso, com o agravamento da pandemia, provocando restrição de movimento, isolamento social e insegurança econômica, também aumentou a vulnerabilidade das mulheres à violência na esfera privada.

Na mensagem para este mês de fevereiro, o Papa pede pela proteção dessas vítimas nas sociedades. E, embora pelo menos 155 países tenham aprovado leis sobre violência doméstica e 140 tenham legislação sobre assédio sexual no local de trabalho, para dar dois exemplos, isso não significa que sempre cumpram as normas e recomendações internacionais ou que elas sejam aplicadas.

Não olhar para o outro lado

O Pe. Frédéric Fornos, diretor internacional da Rede Mundial de Oração do Papa, disse que “o apelo do Santo Padre é muito claro: ‘Não podemos olhar para o outro lado.’ Em outras palavras, não podemos ficar de braços cruzados diante de tantos casos de violência contra as mulheres, que se manifestam de múltiplas formas, das mais visíveis e indizíveis às mais insidiosas e inconscientes. A violência contra as mulheres em todas as suas formas é um grito aos céus. Francisco disse várias vezes: ‘Toda violência infligida às mulheres é uma profanação de Deus, nascido de uma mulher. A salvação para a humanidade veio do corpo de uma mulher: pela maneira como tratamos o corpo de uma mulher, compreendemos nosso nível de humanidade’”. O diretor, então, reforçou o convite do Papa:

“Rezemos juntos por todas as mulheres vítimas de violência, inclusive meninas e adolescentes, e lutemos por uma sociedade mais justa, para que as proteja, ouça e alivie seu sofrimento.”

Fonte: Vatican News

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Divulgada Mensagem do Papa Francisco para o 55º Dia Mundial das Comunicações Sociais

O Vaticano divulgou, no último sábado (23), véspera da memória de São Francisco de Sales, a mensagem do Papa Francisco para o 55º Dia Mundial das Comunicações Sociais. No texto, o Pontífice fala de temas da atualidade, como as vacinas contra a Covid-19, convoca os comunicadores a gastarem sola de sapato e enaltece a coragem dos jornalistas. O Dia Mundial das Comunicações será celebrado em 16 de maio, Solenidade da Ascensão do Senhor.

Intitulada “Vem e verás”, o texto deste ano reflete sobre alguns princípios do jornalismo. Extraído do Evangelho de João (Jo 1, 46), o tema tem como subtítulo “Comunicar encontrando as pessoas onde estão e como são”. O Pontífice recorda que “vem e verás” foi a forma como a fé cristã se comunicou, começando pelos primeiros encontros nas margens do rio Jordão e do lago da Galileia. Aos primeiros discípulos que o quiseram conhecer, depois do seu batismo no rio Jordão, Jesus respondeu: «Vinde e vereis» (Jo 1, 39), convidando-os a viver em relação com ele. O mesmo diz Filipe a Natanael.

A fé cristã começa desta forma e assim é comunicada: “com um conhecimento direto, nascido da experiência, e não por ouvir dizer”, diz o Papa, algo muito atual nos tempos da informação nos grupos de Whatsapp. “Vir e ver pressupõe dois movimentos. O primeiro deles é sair da presunção cômoda do ‘já sabido’ e mover-se, ir ver, estar com as pessoas, ouvi-las”.

Isso requer transparência e honestidade intelectual. Mas além do aspecto moral, “ir e ver” se refere a algo basilar no jornalismo, isto é, deixar de lado a informação construída nas redações, em frente do computador, para sair à rua, “gastar a sola dos sapatos”, encontrar pessoas para procurar histórias ou verificar informações. “Se não nos abrirmos ao encontro, permanecemos espectadores externos, apesar das inovações tecnológicas.”

Cada instrumento só é útil e precioso, adverte o Papa, se nos impelir a ir e ver coisas que, de outra forma, não saberíamos, se colocar em rede conhecimentos que, do contrário, não circulariam, se permitir encontros que de outra forma não teriam lugar. O “vem e verás” é o método mais simples de conhecer uma realidade. Para conhecer, escreve ainda Francisco, é necessário encontrar, permitir que quem está à minha frente fale comigo, deixar que o seu testemunho chegue até mim.

Agradecimento pela coragem de muitos jornalistas

A este ponto da mensagem, o Papa agradece aos muitos jornalistas que arriscam a própria vida. Se hoje se conhece a difícil condição das minorias perseguidas, os muitos abusos e injustiças contra os pobres e contra a criação e as tantas guerras esquecidas, é porque alguém sentiu a curiosidade, ou melhor, a paixão de noticiar essas realidades. “Seria uma perda não só para a informação, mas para toda a sociedade e para a democracia se faltassem essas vozes: um empobrecimento para a nossa humanidade”, defende o Papa.

Inclusive nesta época de pandemia, há muitas realidades que convidam a “ir e ver”, como os desempregados que fazem filas nos centros da Cáritas para receber um pacote de alimentos. “Quem nos contará a expectativa de cura nas aldeias mais pobres da Ásia, América Latina e África?”, questiona o Pontífice, alertando para que a distribuição das vacinas anti-Covid não obedeça a uma lógica do lucro.

Oportunidades e ciladas na web

Outro alerta do Papa diz respeito à informação produzida nas redes sociais. Se por um lado pode haver mais velocidade no fluxo da informação, por outro há o risco da sua manipulação. Um risco que chama a todos a uma responsabilidade “pela comunicação que fazemos, pelas informações que damos, pelo controlo que podemos juntamente exercer sobre as notícias falsas, desmascarando-as”. “Todos estamos chamados a ser testemunhas da verdade: a ir, ver e partilhar.”

Nada substitui ver com os próprios olhos

Na comunicação, prossegue o Papa, nada jamais pode substituir completamente o ver com os próprios olhos. A boa nova do Evangelho difundiu-se pelo mundo graças a encontros de pessoa a pessoa, de coração a coração.

Para Francisco, “aquele grande comunicador que se chamava Paulo de Tarso ter-se-ia certamente servido do e-mail e das mensagens eletrônicas; mas foram a sua fé, a sua esperança e a sua caridade que impressionaram os seus contemporâneos”. Isso significa que o Evangelho acontece novamente hoje, sempre que recebemos o testemunho claro de pessoas cujas vidas foram mudadas pelo seu encontro com Jesus.

“Há mais de dois mil anos que uma corrente de encontros comunica o fascínio da aventura cristã. O desafio que nos espera é o de comunicar, encontrando as pessoas onde estão e como são.”

A mensagem do Papa se conclui com uma oração:

“Senhor, ensinai-nos a sair de nós mesmos, e partir à procura da verdade. Ensinai-nos a ir e ver, ensinai-nos a ouvir, a não cultivar preconceitos, a não tirar conclusões precipitadas. Ensinai-nos a ir aonde não vai ninguém, a reservar tempo para compreender, a prestar atenção ao essencial, a não nos distrairmos com o supérfluo, a distinguir entre a aparência enganadora e a verdade. Concedei-nos a graça de reconhecer as vossas moradas no mundo e a honestidade de contar o que vimos.”

Fonte: Site Vatican News

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Celebrações são mantidas em Juiz de Fora

Nesta segunda-feira (18) passa a valer o retorno de Juiz de Fora à onda vermelha do programa Minas Consciente. Em vista disso, houve dúvidas sobre o funcionamento das igrejas durante este período de maior rigor no isolamento. No entanto, em agosto do ano passado, Câmara Municipal de Juiz de Fora promulgou uma lei que caracteriza celebrações religiosas como atividades essenciais na cidade, portanto, as missas podem ser mantidas.

Assim como estava acontecendo, é permitida a participação presencial dos fiéis no limite de 30% do espaço nas igrejas ou templos, continuando com rigorosos cuidados, como uso de máscaras e do respeito ao distanciamento social, dentre outros.

*Fonte: Arquidiocese de Juiz de Fora

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Em 2021, CNBB vai acelerar processo de Animação Bíblica da Pastoral

Em 2021, a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) vai continuar na implantação das atuais Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora (DGAE) da Igreja no Brasil, acelerar o processo de animação bíblica da vida e da Pastoral e manter o mote do cuidado como perspectiva pastoral. É o que informa em entrevista o bispo auxiliar da arquidiocese de São Sebastião do Rio de Janeiro (RJ) e secretário-geral da CNBB, dom Joel Portella Amado.

“No próximo ano, vamos acelerar um processo que já vem caminhando há alguns anos e preparar o terreno para que o mesmo processo continue, pois a relação da vida e da pastoral com a Palavra de Deus não é uma questão de momento, mas do dia a dia de toda pessoa de fé”, afirma.

O planejamento geral para as ações da Conferência Episcopal em 2021, segundo dom Joel, “consiste em prosseguir na implantação das Diretrizes Gerais”. Os detalhes, segundo ele, ficam por conta das Comissões Episcopais de Pastoral, que aplicam em cada realidade à qual estão relacionadas iniciativas concretas à luz das DGAE 2019-2023.

Num contexto em que a pandemia inviabilizou reuniões, encontros e a própria Assembleia Geral da CNBB, novas possibilidades surgiram. O mundo virtual torna-se agora ambiente e ferramenta a ser ainda mais aproveitado. “Ao longo de 2020, tivemos um grande aprendizado. Evoluímos muito e creio que ainda vamos amadurecer mais”, projeta dom Joel, que pede: “reze por mim”.

Leia as principais respostas:

– Dentro das Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora da Igreja no Brasil (DGAE), o que a CNBB pretende destacar na sua ação pastoral no próximo ano?

Desde 2020, a CNBB tem procurado auxiliar na implantação das comunidades eclesiais missionárias, a partir dos pilares. Lembro que as atuais Diretrizes só possuem uma única prioridade, que são as comunidades eclesiais missionárias. Os pilares são os caminhos para a implantação e a sustentação das mesmas.

O primeiro pilar escolhido foi o da Palavra de Deus: Igreja Casa da Palavra. Há uma equipe que está refletindo sobre o tema, preparando um texto a ser estudado na 58ª AGO, em abril de 2021. Ao longo da preparação do texto, a equipe percebeu que não se trata apenas de estimular temporariamente o contato com a Palavra de Deus, fazendo surgir outras preocupações ao final da vigência das atuais Diretrizes. Ao contrário, trata-se de iniciar um processo mais amplo, que marque a Igreja no Brasil, levando os católicos a se aproximarem ainda mais da Palavra de Deus. É claro que os católicos não estão afastados da Palavra de Deus, mas sempre se pode avançar mais.

Dessa preocupação decorre o que se convencionou chamar de Animação Bíblica da Pastoral. Em alguns texto, também se lê Animação Bíblica da Vida e da Pastoral. Na verdade, estamos falando do mesmo tema: a Palavra de Deus na vida de pessoas, grupos, comunidades e na sociedade. Certamente, não se vai fazer a Animação Bíblica apenas em 2021. No próximo ano, vamos acelerar um processo que já vem caminhando há alguns anos e preparar o terreno para que o mesmo processo continue, pois a relação da vida e da pastoral com a Palavra de Deus não é uma questão de momento, mas do dia a dia de toda pessoa de fé.

– O cuidado foi o grande mote da CNBB em 2020. O que teremos como proposta em 2021?

Fica o mote: cuidar. De acordo com o que a realidade nos apresenta, vamos inserindo os detalhes: cuidar da vida, cuidar dos que têm fome, cuidar dos solitários, cuidar de Moçambique, como estamos fazendo agora no final do ano civil.

Cuidar é uma referência contínua para os cristãos. Não podemos voltar nosso coração a Jesus se não O conseguimos encontrar nos irmãos e irmãs que sofrem e também no cuidado pela Casa Comum.

Nesse sentido, a Ação Emergencial É tempo de cuidar adquire uma grande importância. Ela é a integração de diversas forças evangelizadoras e caritativas, tanto especificamente católicas quanto não católicas, mas sensíveis ao sofrimento. Ela é o registro do que tem sido feito, não, é claro, para a vanglória de quem faz, mas para o estímulo de quem não faz.

– Quais atividades devem ter continuidade no ano que vem?

Além do que eu já mencionei nas perguntas acima, com certeza, vamos continuar aprendendo e colocando em prática as ações no mundo virtual. Elas não substituem o presencial, que é indispensável. Mas elas o complementam, ajudam no presencial. Por isso, acredito que continuaremos com lives, videoconferências, webinares e tudo mais que o mundo virtual permite fazer. Ao longo de 2020, tivemos um grande aprendizado. Evoluímos muito e creio que ainda vamos amadurecer mais.

– Algo que queira acrescentar?

Reze por mim.

Fonte: Site da CNBB Regional Leste 2

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Fraternidade é esperança em tempo de pandemia

A pandemia do novo coronavírus marcou fortemente as nossas vidas neste ano de 2020 e vai continuar a marcar em 2021. Por Covid-19 já morreram mais de 1 milhão e 700 mil pessoas e o número de infetados já ultrapassou os 80 milhões. Um grave problema sanitário que gerou perturbações económicas e sociais. Por estes dias vigora em muitos países o recolher obrigatório para as festas de final de ano.

Vacinas para todos

Ao tempo de pandemia se referiu o Papa Francisco, na sua Mensagem e Bênção Urbi et Orbi, na manhã de Natal, sublinhando que, não obstante as incertezas, há ”luzes de esperança” como por exemplo as vacinas.

“No Natal, celebramos a luz de Cristo que vem hoje ao mundo e Ele vem para todos: não só para alguns. Hoje, neste tempo de escuridão e incertezas pela pandemia, aparecem várias luzes de esperança, como a descoberta das vacinas” – assinalou o Papa.

O Santo Padre lançou o apelo de que as vacinas devem estar ao dispor de todos e não devem ser geridas em modo nacionalista.

“Mas para que estas luzes possam iluminar e levar esperança ao mundo inteiro, devem estar à disposição de todos. Não podemos deixar que os nacionalismos fechados nos impeçam de viver como uma verdadeira família humana que somos” – declarou.

Disponíveis e solidários com os frágeis

Francisco pediu cooperação e não concorrência: “Peço a todos, aos responsáveis dos Estados, das empresas, dos organismos internacionais, de promoverem a cooperação e não a concorrência” – frisou.

O Santo Padre na sua Mensagem lembrou a solidariedade necessária para com os mais frágeis neste tempo de pandemia, nomeadamente, os doentes e os desempregados e não esquecendo as mulheres vítimas de violência doméstica nos meses de confinamento.

“O Menino de Belém nos ajude a estar disponíveis, a ser generosos e solidários, especialmente para com as pessoas mais frágeis, os doentes e quantos neste tempo se encontram desempregados ou estão em graves dificuldades pelas consequências económicas da pandemia, bem como as mulheres que nestes meses de confinamento sofreram violências domésticas” – afirmou o Papa.

Precisamos mais do que nunca de fraternidade

Para o Papa Francisco vivemos um período especialmente difícil, no qual a pandemia de covid-19 veio agravar a crise ecológica e os problemas económicos e sociais. Um “momento histórico” onde a solução chama-se fraternidade – disse o Papa na sua Mensagem Urbi et Orbi.

“Neste momento histórico, marcado pela crise ecológica e por graves desequilíbrios económicos e sociais, agravados pela pandemia do coronavírus, precisamos mais do que nunca de fraternidade.  E Deus oferece-a, dando-nos o seu Filho Jesus: não uma fraternidade feita de palavras bonitas, ideais abstratos, vagos sentimentos… Não! Uma fraternidade baseada no amor real, capaz de encontrar o outro diferente de mim, de compadecer-me dos seus sofrimentos, aproximar-me e cuidar dele mesmo que não seja da minha família, da minha etnia, da minha religião; é diferente de mim, mas é filho de Deus meu irmão, é minha irmã. E isto é válido também nas relações entre os povos e as nações. Todos irmãos” – declarou o Santo Padre.

A fraternidade real proposta pelo Papa está bem definida na sua Encíclica “Fratelli tutti”, “Todos irmãos”. Também para combater a pandemia de Covid-19. Tal como escreve Francisco logo no número 7 do seu documento, recordando que esta doença “irrompeu de forma inesperada” tendo deixado “a descoberto as nossas falsas seguranças”.

“Desejo ardentemente que, neste tempo que nos cabe viver, reconhecendo a dignidade de cada pessoa humana, possamos fazer renascer, entre todos, um anseio mundial de fraternidade” – afirma Francisco na sua Encíclica.

Neste barco estamos todos

Logo no início da pandemia naquela sexta-feira, 27 de março, numa Praça de S. Pedro vazia em Oração pelo Mundo, o Papa Francisco assinalou o valor da fraternidade, sublinhando que ninguém se salva sozinho.

Com o Santíssimo Sacramento nas mãos, Francisco deu a Bênção Urbi et Orbi e recordou o esforço daqueles que mais diretamente têm ajudado na luta contra a pandemia de coronavírus:

“…médicos, enfermeiros e enfermeiras, trabalhadores dos supermercados, pessoal da limpeza, cuidadores, transportadores, forças policiais, voluntários, sacerdotes, religiosas e tantos outros que compreenderam que ninguém se salva sozinho”.

Nessa oração plena de intensidade e significado, Francisco pediu para que convidássemos “Jesus a subir para o barco da nossa vida” para ativarmos “a solidariedade e a esperança”. Remando todos juntos porque estamos todos “no mesmo barco”.

“Como os discípulos do Evangelho, fomos surpreendidos por uma tempestade inesperada e furibunda. Demo-nos conta de estar no mesmo barco, todos frágeis e desorientados, mas ao mesmo tempo importantes e necessários: todos chamados a remar juntos, todos carecidos de mútuo encorajamento. Neste barco, estamos todos. Tal como os discípulos que, falando a uma só voz, dizem angustiados «vamos perecer», assim também nós nos apercebemos de que não podemos continuar estrada cada qual por conta própria, mas só o conseguiremos juntos” – disse Francisco.

Este ano de 2020 conclui-se com as luzes de esperança da vacinação que iniciará a resolver o problema da pandemia do novo coronavírus. Essencial para o ano 2021 o apelo do Papa à vivência da fraternidade como real solução para os problemas da humanidade. Porque somos “Todos irmãos”.

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As fortes chuvas provocaram um aumento do volume de água, que interferiu o sistema de esgoto e águas pluviais da prefeitura – Cesama e Secretaria de Obras, respectivamente, que foram instaladas dentro do território paroquial.
Com isso, ocasionou a queda de dois muros ao lado da casa paroquial.
O administrador paroquial, padre Welington, entrou em contato com a Cesama e a Secretaria de Obras, e foi prontamente atendido. Eles assumiram a responsabilidade e farão os devidos reparos em suas redes.
O portão de acesso à casa paroquial, também foi danificado com a queda do muro, no entanto, a própria paróquia assumiu este reparo, com recursos próprios.
Abaixo, algumas fotos depois da chuva, e fotos da limpeza e reparo.
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Paróquia realiza Novena de Natal pelo facebook

Dos dias 14 a 22 de dezembro, a paróquia Nossa Senhora do Líbano realiza a novena de natal. Neste ano, por conta do Corona Vírus, a novena será online, ou seja, pelas redes sociais da igreja.

Ao longo dos dias, o Administrador paroquial, padre Welington, além de servos da comunidade, vão revezar na ministração da novena.

As transmissões acontecem pelo facebook da paróquia, a partir das 19 horas!

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Arcebispo determina suspensão de celebrações presenciais

O Arcebispo Metropolitano de Juiz de Fora, Dom Gil Antônio Moreira, determinou a suspensão da participação presencial em celebrações e da realização de sacramentos até o dia 15 de dezembro. A decisão foi tomada devido ao novo aumento do número de casos e mortes em decorrência da Covid-19 na região.

Dom Gil deu liberdade aos párocos e administradores de paróquias do interior com relação à realização de missas ao ar livre e para cumprir os agendamentos já realizados pelos fiéis. Contudo, ele pediu que a situação pandêmica local e as orientações municipais sejam levadas em consideração. Em Juiz de Fora, que regrediu para a Onda Amarela do Programa Minas Consciente, a determinação do Arcebispo é que todas as atividades sejam canceladas.

No caso de casamentos já marcados para o período da suspensão, a indicação é que sejam mantidos, desde que essa seja a vontade dos noivos e que sejam respeitadas as medidas de proteção individual. Já os ritos de Batismo, Primeira Eucaristia, Crisma e atendimento de confissões devem ser remarcados, assim como a Unção dos Enfermos, quando possível for.

Dom Gil reiterou junto ao Clero a importância da manutenção, principalmente nos próximos 15 dias, das transmissões de Missas e outras atividades paroquiais. Além disso, ressaltou a esperança de que a realidade da pandemia tenha melhorado na segunda metade do mês, para que os arquidiocesanos possam celebrar, da melhor forma, a Festa do Natal do Senhor.

Clique aqui e confira o comunicado do Arcebispo.

Fonte: Arquidiocese de Juiz de Fora

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