Paróquia celebra mais um ano de fundação

Prestes a completar mais um ano de fundação, a paróquia Nossa Senhora do Líbano preparou um momento especial para celebrar os seus 63 anos com seus paroquianos.

Na próxima quinta-feira, dia 03 de fevereiro, às 19 horas, na matriz, terá uma missa festiva, tendo como celebrante o Administrador Paroquial, Pe. Welington.

Também, será celebrado a Festa de Apresentação do Senhor. A matriz fica na Raulina Magalhães, nº40, no bairro Grajaú.

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programação da festa de Nossa Senhora do Líbano

Na próxima sexta-feira, dia 20 de maio, começa a novena, em preparação para a festa da padroeira Nossa Senhora do Líbano. De segunda a sábado, terá início às 18 horas. No domingo, a novena será realizada na missa das 18:30h. No dia da padroeira, a festa começa com a procissão, que sairá do Colégio Santos Anjos, em direção à matriz, terminando com a Santa Missa.

Confira toda a programação no cartaz abaixo:

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Paróquias de Juiz de Fora têm retorno das missas diárias e aumento da capacidade dos templos religiosos

No último sábado, 17 de abril, a Prefeitura de Juiz de Fora publicou um decreto em que anuncia o retorno do município à Faixa Vermelha do programa municipal de enfrentamento à pandemia da Covid-19. Entre as determinações, está a autorização das atividades nas igrejas com lotação 30% de sua capacidade e funcionamento livre, ou seja, retorno das missas diárias.

Além dos cuidados já adotados pelos templos religiosos – como marcação nos bancos, uso de álcool gel, ambientes limpos e ventilados, dentre muitos outro -, o decreto solicita que informações sobre protocolos sanitários estejam em evidência, tanto na entrada das igrejas, quanto nas celebrações, através de mensagens.

Em diversas ocasiões o Arcebispo Metropolitano, Dom Gil Antônio Moreira, tem reforçado o pedido pelo cumprimento dos protocolos, junto aos padres e ao povo. Desta vez não será diferente, segundo Dom Gil, a Arquidiocese seguirá integralmente o decreto.

As novas regras da prefeitura passaram a valer no mesmo dia da publicação. No entanto, vale destacar que semanalmente será feita uma reavaliação da situação da cidade e poderão ocorrer mudanças na faixa de classificação vigente do programa Juiz de Fora pela Vida.

*Fonte: Site da Arquidiocese de Juiz de Fora

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Arquidiocese promove live sobre Mensagem do Dia Mundial das Comunicações Sociais

Hoje, dia 22 de março, a Arquidiocese de Juiz de Fora promove uma live sobre a Mensagem do Papa Francisco para o 55º Dia Mundial das Comunicações Sociais, que tem como tema “’Vem e vede’ (Jo 1,46). Comunicar encontrando as pessoas como e onde estão”.

O encontro online será conduzido pelo Vigário Episcopal para Educação, Comunicação e Cultura, Padre Antônio Camilo de Paiva, e tem como objetivo ser um momento de espiritualidade e reflexão sobre o tema proposto.

São convidados a participar todos os agentes da Pascom, profissionais de Jornalismo que atuam nas paróquias, e também os voluntários que ajudam nas transmissões.

A live está marcada para as 19h30 e pode ser acompanhada ao vivo pelo Facebook e YouTube da Arquidiocese de Juiz de Fora.

“Vem e vede” 

No ano de 2021, a celebração Dia Mundial das Comunicações Sociais será em 16 de maio. Segundo o comunicado da Santa Sé, a motivação para a escolha do tema é a seguinte:

“Vinde ver”. Essas palavras do apóstolo Filipe são centrais no Evangelho: o anúncio cristão, ao invés de palavras, é feito de olhares, testemunhos, experiências, encontros e proximidade. Em uma palavra, vida. Essas palavras, citadas no Evangelho de João (1, 43-46), foram escolhidas pelo Papa Francisco como tema da 55ª Mensagem para o Dia Mundial das Comunicações Sociais. “Comunicar encontrando as pessoas como e onde estão” é o subtítulo.

Na mudança de época que estamos vivendo, num tempo que nos obriga à distância social por causa da pandemia, a comunicação pode tornar possível a proximidade necessária para reconhecer o que é essencial e compreender realmente o significado das coisas.

Não conhecemos a verdade se não fazemos experiência, se não encontramos as pessoas, se não participamos de suas alegrias e tristezas. O velho ditado “Deus encontra você onde você está” pode ser um guia para aqueles que trabalham na mídia ou na comunicação na Igreja. No chamado dos primeiros discípulos, com Jesus que vai ao seu encontro e os convida a segui-lo, vemos também o convite para usar todos os meios de comunicação, em todas as suas formas, para alcançar as pessoas como são e onde vivem.

Confira a mensagem para o Dia Mundial das Comunicações Sociais e se prepare para a live.

Fonte: Site da Santa Sé, com informações do site da Arquidiocese de Juiz de Fora

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‘Lockdown’ em Juiz de Fora: Dom Gil divulga orientações às paróquias e indica cuidados para a Semana Santa

O Arcebispo Metropolitano de Juiz de Fora, Dom Gil Antônio Moreira, divulgou na noite dessa segunda-feira, 8 de março, orientações às paróquias de Juiz de Fora em decorrência do lockdown decretado pelo Executivo Municipal. No comunicado, o Arcebispo ainda dá indicações para as celebrações da Semana Santa, que serão realizadas entre os dias 28 de março (Domingo de Ramos) e 4 de abril (Domingo de Páscoa).

Dom Gil começa o texto conclamando os fiéis a abrirem os corações para as “surpresas de Deus”. “No itinerário quaresmal em preparação para a Semana Maior e a Páscoa que se aproxima, abramos nosso coração para as surpresas de Deus e acolhamos com espírito de penitência, oração e caridade as situações que vão surgindo. A esperança e o amor que vêm do alto fortalecem nosso ânimo, não permitindo que percamos a harmonia e a paz. Sigamos nossa caminhada rumo à Páscoa, na tranquilidade de quem crê na bondade de Deus, Pai misericordioso”.

Em razão do Decreto nº 14.380 da Prefeitura de Juiz de Fora, que restringe o funcionamento das atividades na cidade pelo prazo de uma semana, o Arcebispo suspende a participação presencial de fiéis nas missas e outras celebrações litúrgicas até o próximo sábado (13). “Estamos esperançosos que, no próximo Domingo, Domingo Laetare, possam ser recebidos fiéis que se inscrevam com antecedência, em número não superior a 30% da capacidade de cada igreja”. Se isso for possível, ressalta Dom Gil, as paróquias serão comunicadas.

Nos próximos dias, o atendimento de confissões também será interrompido, assim como o trabalho de parte dos funcionários das paróquias. Os párocos e administradores paroquiais deverão analisar a possibilidade do home office ou do trabalho presencial sem o atendimento externo.

Semana Santa

Tendo em vista a proximidade das celebrações da Semana Santa, Dom Gil Antônio Moreira indica a continuidade da lotação das igrejas em, no máximo, 30% dos lugares. O Arcebispo pede, ainda, que não sejam realizadas procissões em vias públicas. Para o dia 28 de março, a orientação é de que não sejam distribuídos ramos os fiéis.

A Missa do Santo Crisma, que marca a manhã da Quinta-feira Santa, está mantida. Já na celebração da noite, não deve ser realizado o rito de lava-pés, assim como deve ser omitido o “beijo na cruz” na Sexta-feira da Paixão. Neste dia, Dom Gil pede que somente haja distribuição da Comunhão na Ação Litúrgica das 15h.

O Arcebispo de Juiz de Fora, por outro lado, ressalta a importância do jejum e abstinência de carne. “Na Sexta-feira Santa, observem-se as regras do jejum e abstinência previstas pela Igreja: o jejum é prescrito para os fiéis entre as idades de 18 e 60 anos iniciados. Os demais o fazem se o desejarem. A abstinência de carne é prescrita para os maiores de 14 anos”.

Por fim, o comunicado indica uma oração diária pelo fim da pandemia, composta pelo Papa Francisco, pedindo a intercessão de Nossa Senhora. Clique aqui e confira a íntegra do documento.

Fonte: Site da Arquidiocese de Juiz de Fora

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Divulgada Mensagem do Papa Francisco para o 55º Dia Mundial das Comunicações Sociais

O Vaticano divulgou, no último sábado (23), véspera da memória de São Francisco de Sales, a mensagem do Papa Francisco para o 55º Dia Mundial das Comunicações Sociais. No texto, o Pontífice fala de temas da atualidade, como as vacinas contra a Covid-19, convoca os comunicadores a gastarem sola de sapato e enaltece a coragem dos jornalistas. O Dia Mundial das Comunicações será celebrado em 16 de maio, Solenidade da Ascensão do Senhor.

Intitulada “Vem e verás”, o texto deste ano reflete sobre alguns princípios do jornalismo. Extraído do Evangelho de João (Jo 1, 46), o tema tem como subtítulo “Comunicar encontrando as pessoas onde estão e como são”. O Pontífice recorda que “vem e verás” foi a forma como a fé cristã se comunicou, começando pelos primeiros encontros nas margens do rio Jordão e do lago da Galileia. Aos primeiros discípulos que o quiseram conhecer, depois do seu batismo no rio Jordão, Jesus respondeu: «Vinde e vereis» (Jo 1, 39), convidando-os a viver em relação com ele. O mesmo diz Filipe a Natanael.

A fé cristã começa desta forma e assim é comunicada: “com um conhecimento direto, nascido da experiência, e não por ouvir dizer”, diz o Papa, algo muito atual nos tempos da informação nos grupos de Whatsapp. “Vir e ver pressupõe dois movimentos. O primeiro deles é sair da presunção cômoda do ‘já sabido’ e mover-se, ir ver, estar com as pessoas, ouvi-las”.

Isso requer transparência e honestidade intelectual. Mas além do aspecto moral, “ir e ver” se refere a algo basilar no jornalismo, isto é, deixar de lado a informação construída nas redações, em frente do computador, para sair à rua, “gastar a sola dos sapatos”, encontrar pessoas para procurar histórias ou verificar informações. “Se não nos abrirmos ao encontro, permanecemos espectadores externos, apesar das inovações tecnológicas.”

Cada instrumento só é útil e precioso, adverte o Papa, se nos impelir a ir e ver coisas que, de outra forma, não saberíamos, se colocar em rede conhecimentos que, do contrário, não circulariam, se permitir encontros que de outra forma não teriam lugar. O “vem e verás” é o método mais simples de conhecer uma realidade. Para conhecer, escreve ainda Francisco, é necessário encontrar, permitir que quem está à minha frente fale comigo, deixar que o seu testemunho chegue até mim.

Agradecimento pela coragem de muitos jornalistas

A este ponto da mensagem, o Papa agradece aos muitos jornalistas que arriscam a própria vida. Se hoje se conhece a difícil condição das minorias perseguidas, os muitos abusos e injustiças contra os pobres e contra a criação e as tantas guerras esquecidas, é porque alguém sentiu a curiosidade, ou melhor, a paixão de noticiar essas realidades. “Seria uma perda não só para a informação, mas para toda a sociedade e para a democracia se faltassem essas vozes: um empobrecimento para a nossa humanidade”, defende o Papa.

Inclusive nesta época de pandemia, há muitas realidades que convidam a “ir e ver”, como os desempregados que fazem filas nos centros da Cáritas para receber um pacote de alimentos. “Quem nos contará a expectativa de cura nas aldeias mais pobres da Ásia, América Latina e África?”, questiona o Pontífice, alertando para que a distribuição das vacinas anti-Covid não obedeça a uma lógica do lucro.

Oportunidades e ciladas na web

Outro alerta do Papa diz respeito à informação produzida nas redes sociais. Se por um lado pode haver mais velocidade no fluxo da informação, por outro há o risco da sua manipulação. Um risco que chama a todos a uma responsabilidade “pela comunicação que fazemos, pelas informações que damos, pelo controlo que podemos juntamente exercer sobre as notícias falsas, desmascarando-as”. “Todos estamos chamados a ser testemunhas da verdade: a ir, ver e partilhar.”

Nada substitui ver com os próprios olhos

Na comunicação, prossegue o Papa, nada jamais pode substituir completamente o ver com os próprios olhos. A boa nova do Evangelho difundiu-se pelo mundo graças a encontros de pessoa a pessoa, de coração a coração.

Para Francisco, “aquele grande comunicador que se chamava Paulo de Tarso ter-se-ia certamente servido do e-mail e das mensagens eletrônicas; mas foram a sua fé, a sua esperança e a sua caridade que impressionaram os seus contemporâneos”. Isso significa que o Evangelho acontece novamente hoje, sempre que recebemos o testemunho claro de pessoas cujas vidas foram mudadas pelo seu encontro com Jesus.

“Há mais de dois mil anos que uma corrente de encontros comunica o fascínio da aventura cristã. O desafio que nos espera é o de comunicar, encontrando as pessoas onde estão e como são.”

A mensagem do Papa se conclui com uma oração:

“Senhor, ensinai-nos a sair de nós mesmos, e partir à procura da verdade. Ensinai-nos a ir e ver, ensinai-nos a ouvir, a não cultivar preconceitos, a não tirar conclusões precipitadas. Ensinai-nos a ir aonde não vai ninguém, a reservar tempo para compreender, a prestar atenção ao essencial, a não nos distrairmos com o supérfluo, a distinguir entre a aparência enganadora e a verdade. Concedei-nos a graça de reconhecer as vossas moradas no mundo e a honestidade de contar o que vimos.”

Fonte: Site Vatican News

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Paróquia realiza Novena de Natal pelo facebook

Dos dias 14 a 22 de dezembro, a paróquia Nossa Senhora do Líbano realiza a novena de natal. Neste ano, por conta do Corona Vírus, a novena será online, ou seja, pelas redes sociais da igreja.

Ao longo dos dias, o Administrador paroquial, padre Welington, além de servos da comunidade, vão revezar na ministração da novena.

As transmissões acontecem pelo facebook da paróquia, a partir das 19 horas!

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Arquidiocese de Juiz de Fora conscientiza sobre importância do dízimo

Como acontece tradicionalmente no mês de novembro, a Arquidiocese de Juiz de Fora deu início à Campanha Missionária do Dízimo 2020. Neste ano, a iniciativa tem o tema “Seu dízimo anuncia o Evangelho pelas ruas e sobre os telhados”, recordando a realização do 2º Sínodo Arquidiocesano.

“O dízimo é uma contribuição voluntária, mensal e proporcional aos rendimentos recebidos que todos nós devemos assumir como obrigação pessoal para a manutenção da paróquia e da Arquidiocese. É agradecimento e partilha, já que tudo o que temos e recebemos vem de Deus e pertence a Deus”, afirma o Vigário Geral da Arquidiocese de Juiz de Fora, Monsenhor Luiz Carlos de Paula, que compõe a Comissão Arquidiocesana do Dízimo.

O Padre Geraldo Dondici Vieira, que também faz parte do grupo que organiza a campanha anual, aponta que, antes de tudo, a devolução do dízimo é um gesto de confiança e de amor a Deus. “Confiando n’Ele, Pai Providente, é que depositamos a nossa oferta, sempre pequena diante da riqueza de Deus, mas sempre importante porque nos faz participar da abundância d’Ele”. O sacerdote ressalta que, ao fiel que doa com amor, é dado muito mais. “São Lucas diz que aquele que é fiel no pouco recebe a abundância das graças divinas. Dízimo é nosso louvor ao Pai que tudo nos dá. Os rios de Deus estão sempre cheios a nos trazer todas as graças”.

O Arcebispo Metropolitano de Juiz de Fora, Dom Gil Antônio Moreira, sublinha que a doação mensal é um dever de todo cristão e que faz parte do espírito sinodal. “Sínodo é caminhar juntos. Por isso, quando nós estamos em comunidade e vemos os gastos que ela tem para se manter, inclusive com impostos, com salários para seus funcionários, com a conservação de suas obras e para o atendimento aos pobres, nós temos que oferecer da nossa parte algum sacrifício financeiro para o bem de todos, caminhando todos de mãos dadas. O que oferecemos a Deus e a Suas obras na Terra não nos fará falta; pelo contrário, será motivo de bênçãos”.

Além de trabalhar a conscientização acerca da importância da devolução de parte dos rendimentos a Deus, a Campanha Missionária recorda a fidelidade dos dizimistas nos últimos meses. “O dízimo está mantendo as nossas ações evangelizadoras. É bonito perceber que neste tempo de pandemia, quando não está sendo possível para alguns ir à igreja fazer a sua oferta, eles estão procurando as secretarias paroquiais, estão entregando o seu dízimo com amor, com carinho, com ternura. É bonito perceber que a pandemia não tirou esse compromisso. Que Deus abençoe a todos vocês, dizimistas”, finaliza Monsenhor Luiz Carlos.

Para onde vai o dízimo?

Segundo o Vigário Geral da Arquidiocese, o dízimo é direcionado para seis dimensões da obra evangelizadora:

– Dimensão Litúrgica: despesas com culto, toalhas, velas, flores, folhas de canto, luz, água, vinho, hóstias, etc;

– Dimensão Pastoral: é o investimento feito nas pastorais, nos movimentos, nas associações, nos grupos de serviços e em todos os trabalhos de evangelização e catequese;

– Dimensão Comunitária: inclui a remuneração dos padres, dos funcionários, a manutenção da igreja, da casa paroquial e da secretaria da paróquia;

– Dimensão Social: promoção da pessoa humana, dos pobres; é o trabalho que a Igreja realiza ao ajudar os mais carentes e as pessoas com dependência química;

– Dimensão Missionária: colaboração com as paróquias carentes, com as missões, com o anúncio da Palavra de Deus e também com os outros trabalhos missionários realizados pela Igreja;

– Dimensão Vocacional: ajuda que vai para o Seminário Arquidiocesano Santo Antônio, onde é oferecida a formação de lideranças leigas, de padres e diáconos.

Campanha virtual

Por conta da pandemia da Covid-19 e dos riscos da distribuição de materiais impressos, a Comissão Arquidiocesana do Dízimo optou por realizar, em 2020, somente a divulgação virtual da Campanha Missionária. As paróquias são convidadas, através de divulgações nas redes sociais, a recordar os fiéis sobre a importância de devolver uma parte do que ganham em prol da Igreja de Deus. Além do cartaz on-line, serão divulgados vídeos semanais nas páginas da Arquidiocese de Juiz de Fora no Facebook e Instagram.

O mesmo deve ser feito durante as celebrações, o que já ocorre durante todo o ano, principalmente no segundo domingo de cada mês.

Fonte: Site da Arquidiocese de Juiz de Fora

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CAMPANHA MISSIONÁRIA 2020 FAZ APELO À IGREJA: “ESTAR EM SAÍDA, APROFUNDAR E VIVER A MISSÃO”

Com o tema: A vida é missão” e o lema “Eis-me aqui, envia-me” (Is 6,8), a Comissão Episcopal para a Ação Missionária e Cooperação Intereclesial da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) inicia nesta quinta-feira, 1° de outubro, dia de Santa Teresinha, a Campanha Missionária 2020.

Durante todo esse mês de outubro, a Comissão realiza junto com as Pontifícias Obras Missionárias (POM), a Comissão para a Amazônia e outros organismos que compõem o Conselho Missionário Nacional (COMINA) as atividades do mês missionário.

A campanha convida a todos serem discípulos missionários e serem sinal de esperança para tantas vidas doadas de forma solidária, principalmente, neste momento em que o mundo passa pela pandemia da Covid-19 que mudou completamente as relações humanas.

Dom Odelir José Magri

Para o bispo de Chapecó (SC) e presidente da Comissão para a Ação Missionária, dom Odelir José Magri, ser missionário é viver como cristão, discípulo de Jesus como batizado e a partir de uma vocação especifica. É responder ao chamado de Deus, sair e fazer-se próximo.

Dom Odelir destaca que o missionário é convidado a ir às periferias da sociedade para testemunhar a perseverança do amor paciente e fiel de Deus pelas pessoas de nosso tempo, que se expressa com amor gratuito no compromisso da solidariedade, especialmente para com os pobres, os últimos, os excluídos.

Mês Missionário no Brasil

No Brasil, o mês missionário é celebrado em outubro desde 1972, mês para o qual em que se produz materiais a partir de um tema e lema alinhados com a Campanha da Fraternidade. De acordo com o diretor das Pontifícias Obras Missionárias (POM), padre Maurício Jardim, o mês temático dedicado a missão nos ajuda recordar nossa natureza missionária que não se reduz aos eventos, cursos, formações e atividades.

Para Dom Odelir, o mês missionário é uma oportunidade a mais para rezar, refletir, aprofundar e viver a missão. “O mês missionário ajuda a tomar mais consciência da identidade missionária da Igreja da sua razão de ser. É Assumir o desafio de colocar-se ‘em saída’ na perspectiva do apelo do Papa Francisco que diz que a ação missionária é o paradigma de toda obra da Igreja. A verdade é que a missão renova Igreja”, aponta.

Padre Maurício, diretor das POM. Foto: POM

Dentro dessa caminhada missionária da Igreja no Brasil se desenvolve, desde agosto de 2017, o Programa Missionário Nacional (PMN) que foi construído de forma sinodal. Segundo padre Maurício, o PMN é fruto de um processo escuta dos dezoito regionais da CNBB e reflexões iniciadas pela equipe executiva do Conselho Missionário Nacional (COMINA).

Desde então, vem se trabalhando de forma colaborativa para que a missão seja o eixo norteador das prioridades definidas no programa e demais atividades da ação evangelizadora da Igreja no Brasil.

“Como pequena semente, o PMN não é algo acabado, mas deverá acompanhar e assumir a novidade que o Espírito Santo suscita na vida das pessoas e das comunidades eclesiais missionárias, a exemplo do que acontece com as diretrizes gerais da ação evangelizadora da Igreja no Brasil”, ressalta padre Maurício.

Programa Missionário Nacional

O Programa Missionário Nacional (PMN) foi construído de forma sinodal. Ele é fruto de um processo escuta dos dezoito regionais da CNBB e reflexões iniciadas pela equipe executiva do Conselho Missionário Nacional (COMINA), em agosto de 2017. Deseja colaborar para que a missão seja o eixo norteador das prioridades definidas no programa e demais atividades da ação evangelizadora da Igreja no Brasil.

O PMN além da escuta e definições de prioridades para caminhada missionária da Igreja do Brasil, está fundamentado em bases antropológicas, bíblicas, eclesiológicas e teológicas que, provenientes do encontro com Jesus Cristo, alimentam, motivam e sustentam o viver missionário. Esses fundamentos nos oferecem bases para a compreensão da missão e nos ajudam a colocar, em prática, as prioridades e projetos aprovados pela assembleia do Conselho Missionário Nacional (COMINA), abril 2019 e que fazem parte deste programa. Essa etapa sinodal da construção do PMN foi denominada “iluminar”.

No Brasil, há uma pluralidade de iniciativas missionárias que exigem um trabalho missionário com fios condutores comuns a fim de crescermos na comunhão missionária.

Como pequena semente, o PMN não é algo acabado, mas deverá acompanhar e assumir a novidade que o Espírito Santo suscita na vida das pessoas e das comunidades eclesiais missionárias, a exemplo do que acontece com as diretrizes gerais da ação evangelizadora da Igreja no Brasil.

Pontifícias Obras Missionárias 

As Pontifícias Obras Missionárias (POM) são organismos oficiais da Igreja Católica, vinculados à Congregação para a Evangelização dos Povos. Existem para intensificar a animação, a formação e a cooperação missionária em todo o mundo. São uma rede universal de oração e solidariedade inspirada no testemunho de Paulina Jaricot.

As Pontifícias Obras Missionárias têm como objetivo “promover o espírito missionário universal no seio do povo de Deus” (Congregação para Evangelização dos Povos, Cooperatio Missionalis, 5).  A identidade das POM pode ser resumida em duas palavras: universalidade, isto é, todas as Obras para todos os povos; e pontifícias, isto é, são Obras do Papa para toda a Igreja. Constituem uma rede universal, em 130 países, a apoiar o Papa no seu compromisso missionário com todas as Igrejas particulares. Realizam isso mediante a oração, que é a alma da missão, e o auxílio material aos cristãos no mundo inteiro, ajudando a despertar a consciência missionária ad gentes.

“Às quatro Obras atribui-se a qualificação de ‘pontifícias’ porque se desenvolveram também com o apoio da Santa Sé que, ao fazê-las próprias, lhes concedeu um caráter universal” (Cooperatio Missionalis, 4)

Quatro obras Pontifícias:

Pontifícia Obra da Propagação da Fé – fundada em 1822 por Pauline Marie Jaricot, visa suscitar o compromisso pela evangelização universal em todo o povo de Deus e promover, nas Igrejas particulares, a ajuda espiritual e a cooperação material. No Brasil, a Obra tem atividades junto às juventudes, às famílias, aos idosos e enfermos.

Pontifícia Obra da Infância e Adolescência Missionária – fundada em 1843 por Dom Carlos Forbin-Janson, visa despertar a consciência missionária universal nas crianças e adolescentes, animando-as a partilhar a fé e os bens materiais. O lema que traduz o carisma da Obra é: “Crianças e adolescentes rezando e ajudando crianças e adolescentes”.

Pontifícia Obra Missionária de São Pedro Apóstolo – fundada em 1889 por Joana Bigard e sua mãe Stephanie, visa sensibilizar o povo cristão sobre a importância do clero local das Igrejas mais necessitadas. Incentiva os fiéis a colaborar espiritual e materialmente com a formação dos candidatos ao sacerdócio e à vida consagrada.

Pontifícia União Missionária – fundada em 1916 pelo Beato Padre Paolo Manna, é responsável pela formação missionária do clero, dos seminaristas, da vida consagrada masculina e feminina e dos cristãos leigos e leigas. A mística das quatro Obras tem o tripé: Oração, Sacrifício e Ofertas, ou seja, a oferta existencial da própria vida e a partilha econômica para a missão universal.

As três primeiras Obras nasceram na França e, para se tornarem universais, foram declaradas pontifícias em 3 de maio de 1922, pelo Papa Pio XI. A quarta Obra, União Missionária do Clero, nasceu na Itália e foi declarada pontifícia em 28 de outubro de 1956, por decreto do Papa Pio XII.

Conheça a carta do Conselho Missionário Nacional  enviada a todo povo de Deus na Igreja no Brasil.

Fonte: Site da CNBB

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Arquidiocese de Juiz de Fora celebra Mês Vocacional

O mês de agosto é especial para a Igreja no Brasil, pois nele celebramos o mês das vocações. Neste ano, o tema é “Amados e chamados por Deus” e o lema “És precioso aos meus olhos… eu te amo” (Is 43,1-5), resultante do Sínodo dos Jovens e da Exortação Apostólica Pós-Sinodal Christus Vivit, do Papa Francisco.

A cada domingo a celebração litúrgica é dedicada a uma vocação específica. A liturgia da Palavra de cada dia, em especial a dos domingos, dá o tema principal da reflexão e meditação trazida para alimento do povo de Deus.

Pensando em formas de comunhão e para ajudar a rezar a vocação, a Pastoral Vocacional da Arquidiocese elaborou um material-base para as paróquias. Este apoio, unido ao subsídio elaborado pela Comissão para os Ministérios Ordenados e a Vida Consagrada da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB,) direciona e motiva os trabalhos.

No texto de apresentação da proposta do Mês Vocacional da Arquidiocese de Juiz de Fora, Padre Miguel Campos, assessor da Pastoral Vocacional, aponta que a oração vocacional deve estar direcional ao reconhecimento do plano de Deus para cada vida. “Rezar pelas vocações é rezar pelos jovens e por toda pessoa chamada e amada por Deus para que não se perca, para encontrarem o seu caminho, o sentido de suas vidas, para que sejam felizes”, acrescenta ele.

Na ocasião, o assessor recorda que os trabalhos e orações devem ser motivados pelo II Sínodo Arquidiocesano. “Que possamos fazer isso no espírito do II Sínodo, que nos chama, especialmente no contexto atual, à “Proclamar o evangelho pelas ruas e sobre os telhados” (cf. Mt 10, 27), caminhando juntos, como Igreja peregrina, chamada a servir na criatividade e ousadia na missão.”

Material de apoio

O material é constituído de preces para os domingos do mês vocacional. Por meio delas, as paróquias estarão rezando pela Igreja, pelas vocações, por nossos diáconos transitórios que serão ordenados padres nesse ano, pelo II Sínodo Arquidiocesano e todas necessidades de nosso tempo. As preces foram inspiradas pelas leituras bíblicas do dia e também por dois documentos. As de cunho vocacional foram inspiradas pelas palavras do Papa Francisco sobre vocação na Christus vivit (CV) e as demais, inspiradas no documento A Sinodalidade na vida e missão da Igreja (Documento da Comissão Teológica Internacional). Todo o material está disponível em forma de imagem, assim como o cartaz para ser divulgado pelas redes sociais. Clique aqui para acessar.

*Fonte: Arquidiocese de Juiz de Fora

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